Questões da prova TPS 2023 - tarde

1 Q85287
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2023 Banca: IADES
O barão do Rio Branco não veio para o Ministério
como um ministro qualquer. Era já respeitado e admirado por
suas duas vitórias arbitrais. E fora convidado pelo presidente
eleito, Rodrigues Alves, por ter autoridade para propor aos
problemas externos as melhores soluções. Especificamente −
pensava o presidente − para resolver a grande questão do
momento, o Acre. E aí, acertou em cheio o presidente,
fazendo justiça à fama que tinha de escolher bem seus
colaboradores: o historiador, o advogado do Brasil
transformou-se em um estadista já nesse seu primeiro
assunto, a mais grave questão de fronteira que o Brasil teve
em sua história.
GOES FILHO, Synesio Sampaio. Navegantes, bandeirantes e diplomatas.
Brasília: FUNAG, 2015, p. 328, com adaptações.

Considerando o texto precedente como referência inicial,
julgue (C ou E) o item a seguir.

Ao assumir a pasta das Relações Exteriores em
dezembro de 1902, a situação estava em seu ponto
crítico. No atual estado do Acre, viviam milhares de
brasileiros, em sua maioria nordestinos, que, pela
segunda vez em um lustro, haviam-se levantado com
armas contra a Bolívia, a quem pertencia toda a área, não
por velhos e imprecisos tratados coloniais, mas, sim, por
um acordo bilateral de limites, relativamente recente,
de 1867.
2 Q85288
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2023 Banca: IADES
O barão do Rio Branco não veio para o Ministério
como um ministro qualquer. Era já respeitado e admirado por
suas duas vitórias arbitrais. E fora convidado pelo presidente
eleito, Rodrigues Alves, por ter autoridade para propor aos
problemas externos as melhores soluções. Especificamente −
pensava o presidente − para resolver a grande questão do
momento, o Acre. E aí, acertou em cheio o presidente,
fazendo justiça à fama que tinha de escolher bem seus
colaboradores: o historiador, o advogado do Brasil
transformou-se em um estadista já nesse seu primeiro
assunto, a mais grave questão de fronteira que o Brasil teve
em sua história.
GOES FILHO, Synesio Sampaio. Navegantes, bandeirantes e diplomatas.
Brasília: FUNAG, 2015, p. 328, com adaptações.

Considerando o texto precedente como referência inicial,
julgue (C ou E) o item a seguir.

Somente depois da assinatura do tratado de 1867 é que
os seringueiros brasileiros, sobretudo cearenses que
fugiam das secas do Nordeste, foram entrando nessas
regiões dos afluentes da margem sul do Amazonas, do
Madeira, do Purus e do Juruá, onde se encontravam as
maiores concentrações da Hevea brasiliensis.
3 Q85289
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2023 Banca: IADES
O barão do Rio Branco não veio para o Ministério
como um ministro qualquer. Era já respeitado e admirado por
suas duas vitórias arbitrais. E fora convidado pelo presidente
eleito, Rodrigues Alves, por ter autoridade para propor aos
problemas externos as melhores soluções. Especificamente −
pensava o presidente − para resolver a grande questão do
momento, o Acre. E aí, acertou em cheio o presidente,
fazendo justiça à fama que tinha de escolher bem seus
colaboradores: o historiador, o advogado do Brasil
transformou-se em um estadista já nesse seu primeiro
assunto, a mais grave questão de fronteira que o Brasil teve
em sua história.
GOES FILHO, Synesio Sampaio. Navegantes, bandeirantes e diplomatas.
Brasília: FUNAG, 2015, p. 328, com adaptações.

Considerando o texto precedente como referência inicial,
julgue (C ou E) o item a seguir.

Vendo as dificuldades que tinha para administrar um
território longínquo e habitado por outros nacionais, a
Bolívia havia assumido, em 1901, um grande risco.
Assinara um acordo com investidores ingleses e
norte-americanos, que dava à empresa criada por estes, o
Bolivian Syndicate of New York City, a completa
administração do Acre, inclusive com poderes de polícia.
Era uma espécie de chartered company, uma daquelas
sociedades privadas cujas atuações precederam à
colonização direta de algumas regiões africanas e
asiáticas pelas potências europeias. O perigo de um
neocolonialismo nas Américas era evidente, e esse fato
foi usado por Rio Branco para fortalecer a posição
brasileira para com os governos e a opinião pública dos
demais países do continente.
4 Q85290
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2023 Banca: IADES
O barão do Rio Branco não veio para o Ministério
como um ministro qualquer. Era já respeitado e admirado por
suas duas vitórias arbitrais. E fora convidado pelo presidente
eleito, Rodrigues Alves, por ter autoridade para propor aos
problemas externos as melhores soluções. Especificamente −
pensava o presidente − para resolver a grande questão do
momento, o Acre. E aí, acertou em cheio o presidente,
fazendo justiça à fama que tinha de escolher bem seus
colaboradores: o historiador, o advogado do Brasil
transformou-se em um estadista já nesse seu primeiro
assunto, a mais grave questão de fronteira que o Brasil teve
em sua história.
GOES FILHO, Synesio Sampaio. Navegantes, bandeirantes e diplomatas.
Brasília: FUNAG, 2015, p. 328, com adaptações.

Considerando o texto precedente como referência inicial,
julgue (C ou E) o item a seguir.

Em 17 de novembro de 1903, chegou-se ao acordo
chamado Tratado de Petrópolis. O Brasil ficaria com
metade do território do Acre (cerca de 95 mil km²). A
Bolívia, por sua parte, incorporaria uma pequena área
habitada por bolivianos (de 2.300 km²), receberia 2
milhões de libras esterlinas e se beneficiaria de três
pequenos ajustes de fronteiras na região do rio Paraguai.
Além disso, o Brasil se comprometia a construir a
ferrovia Madeira-Mamoré, que criava uma saída
boliviana para o Atlântico.