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transformações observadas na economia global e no plano
geopolítico, está ainda assentado em instituições criadas em
meados do século passado. A isso somam-se as crises que
assolaram as finanças globais nas décadas de 1990 e na
primeira década dos anos 2000, afetando negativamente, de
maneira global, a produção, o comércio internacional e o
fluxo de capitais. No que concerne a essa temática, julgue (C
ou E) o item a seguir.
As tratativas acerca da reforma do sistema financeiro
internacional têm sido marcadas, de um lado, pelas
recorrentes reivindicações dos países em desenvolvimento e
emergentes por reformas estruturais das instituições que
integram o Sistema de Bretton Woods e, de outro, por
demandas e propostas de impacto mais imediato, como o
aumento da oferta de recursos para o financiamento de
projetos de desenvolvimento em favor, sobretudo, de países
menos desenvolvidos para fazer frente às contingências da
pandemia da Covid-19, do fraco desempenho da economia
global e da mudança climática.
transformações observadas na economia global e no plano
geopolítico, está ainda assentado em instituições criadas em
meados do século passado. A isso somam-se as crises que
assolaram as finanças globais nas décadas de 1990 e na
primeira década dos anos 2000, afetando negativamente, de
maneira global, a produção, o comércio internacional e o
fluxo de capitais. No que concerne a essa temática, julgue (C
ou E) o item a seguir.
As propostas de reforma do Fundo Monetário Internacional
envolvem, entre outros aspectos, atualizar e ajustar o
sistema de quotas e os direitos especiais de saque às
realidades da economia global contemporânea; realizar a
reforma dos direitos de voto e das regras de tomada de
decisão e facilitar e ampliar o acesso dos países a recursos
do Fundo, desvinculando tal acesso do sistema de quotas.
transformações observadas na economia global e no plano
geopolítico, está ainda assentado em instituições criadas em
meados do século passado. A isso somam-se as crises que
assolaram as finanças globais nas décadas de 1990 e na
primeira década dos anos 2000, afetando negativamente, de
maneira global, a produção, o comércio internacional e o
fluxo de capitais. No que concerne a essa temática, julgue (C
ou E) o item a seguir.
Na órbita do Sistema Banco Mundial, as reformas em
consideração envolvem, como aspectos de fundo, a
revisão e ampliação de sua visão e missão (a promoção
conjunta da prosperidade e o combate à pobreza extrema),
vinculando-as ao desenvolvimento sustentável, resiliente e
inclusivo, implicando, em decorrência, mudanças, ora em
discussão, de seu modelo operacional e financeiro.
transformações observadas na economia global e no plano
geopolítico, está ainda assentado em instituições criadas em
meados do século passado. A isso somam-se as crises que
assolaram as finanças globais nas décadas de 1990 e na
primeira década dos anos 2000, afetando negativamente, de
maneira global, a produção, o comércio internacional e o
fluxo de capitais. No que concerne a essa temática, julgue (C
ou E) o item a seguir.
O G-20 é a instância oficialmente designada pelo Fórum
Econômico Mundial para elaborar e submeter
proposições relativas (i) ao financiamento do
desenvolvimento, (ii) às vulnerabilidades associadas ao
endividamento externo, (iii) ao monitoramento dos
fluxos internacionais de capitais e (iv) à reforma dos
bancos de desenvolvimento.
em foros multilaterais instrumento privilegiado para o tratamento
dos principais temas da agenda global nas mais diferentes áreas,
julgue (C ou E) o item relativo a esse tema.
A necessidade de aprimorar a governança global por meio de
uma nova arquitetura financeira ocupa lugar de destaque na
agenda do G-20, em que os países de economias emergentes
procuram exercer maior protagonismo e influência nas
tratativas sobre o tema. Exemplifica tal influência a expectativa
do grupo de que as negociações sobre a reforma do sistema de
quotas do Fundo Monetário Internacional, ora em curso,
resulte em maior peso das economias emergentes e dos países
em desenvolvimento em geral naquele organismo, pleito
também defendido pelo Brasil.
foi um dos países que mais participou do sistema internacional
no último século e meio de surgimento, consolidação e expansão
dos organismos econômicos multilaterais.
Paulo Roberto Almeida. Relações internacionais e política
externa do Brasil. Rio de Janeiro: LTC, 2012, p. 213.
Tendo o fragmento de texto anterior como referência inicial, julgue
(C ou E) o próximo item, a respeito da atuação do Brasil no
âmbito do multilateralismo econômico, financeiro e político.
Instituição subordinada ao Fundo Monetário Internacional,
o Clube de Paris atua na coordenação de renegociação
de dívidas contraídas entre Estados e dele o Brasil desfiliou-se
tão logo saldou a totalidade de sua dívida pública externa.
Além de envolver grandes bancos e o sistema financeiro internacional, a crise atual tem sido considerada uma crise de
paradigmas, em particular da certeza de que os mercados podem autorregular-se e recuperar o equilíbrio automaticamente,
dispensando a intervenção do Estado.
Diante da crise, as instituições de Bretton Woods não conseguiram propor soluções concretas por ocasião da reunião de
Cúpula do G 20 realizada em Londres em 2009.
Como membro do G-20, o Brasil insistiu na necessidade de se prover a economia mundial com créditos para o
desenvolvimento, incrementar a regulação financeira, desenvolver políticas anticíclicas e combater os paraísos fiscais.
Apesar de discordar da resistência de países ricos em realizar reformas nos organismos multilaterais, como o FMI e o Banco
Mundial, o Brasil comprou títulos emitidos pelo Fundo em 2009.
têm sido objeto de debate bem como têm aumentado as
articulações entre diversos grupos de países. Com relação a esse
assunto, assinale a opção correta.
metade da década de noventa do século XX suscitou discussão
acerca da necessidade de se reformar o sistema financeiro
internacional, almejando-se a prevenção de crises e a mitigação
de seus impactos macro e microeconômicos nos planos
domésticos. Com relação a esse tema, julgue (C ou E) os itens
seguintes.
A criação do Fórum para Estabilidade Financeira no
G-7, a Convenção da Basiléia-2 e a instauração do
Comitê sobre Sistema Financeiro Global no marco do
Banco Internacional de Compensações (BIS) foram
iniciativas tomadas, no plano institucional, para o
fortalecimento do sistema financeiro internacional.
metade da década de noventa do século XX suscitou discussão
acerca da necessidade de se reformar o sistema financeiro
internacional, almejando-se a prevenção de crises e a mitigação
de seus impactos macro e microeconômicos nos planos
domésticos. Com relação a esse tema, julgue (C ou E) os itens
seguintes.
Em razão dos impactos negativos dos fluxos de capitais
de curto prazo, o Banco de Compensações
Internacionais orientou os Bancos Centrais dos países a
adotarem medidas de controle de entrada de capitais
para se evitarem a alta volatilidade do capital e seus
impactos negativos sobre as economias nacionais.
metade da década de noventa do século XX suscitou discussão
acerca da necessidade de se reformar o sistema financeiro
internacional, almejando-se a prevenção de crises e a mitigação
de seus impactos macro e microeconômicos nos planos
domésticos. Com relação a esse tema, julgue (C ou E) os itens
seguintes.
Em consonância com o objetivo de fortalecer a
estabilidade do sistema financeiro internacional por
meio da melhoria da gestão bancária, o Comitê da
Basiléia introduziu parâmetros para a avaliação e o
gerenciamento de riscos de mercado e riscos
operacionais.
metade da década de noventa do século XX suscitou discussão
acerca da necessidade de se reformar o sistema financeiro
internacional, almejando-se a prevenção de crises e a mitigação
de seus impactos macro e microeconômicos nos planos
domésticos. Com relação a esse tema, julgue (C ou E) os itens
seguintes.
A adoção de rígidos controles cambiais para conter os
efeitos negativos das fortes oscilações do valor do dólar
norte-americano e do euro, referências para as
transações econômicas internacionais, faz parte das
prescrições do Fundo Monetário Internacional e do
Comitê da Basiléia para o enfrentamento das crises
financeiras.
A estrutura do Breve Século XX parece uma espécie de
tríptico ou sanduíche histórico. A uma era de catástrofe, que se
estendeu de 1914 até depois da Segunda Guerra Mundial,
seguiram-se cerca de 25 ou 30 anos de extraordinário crescimento
econômico e de transformação social, anos que provavelmente
mudaram de maneira mais profunda a sociedade humana que
qualquer out ro período de brevidade comparável.
Retrospectivamente, podemos ver esse período como uma espécie
de era de ouro, e assim ele foi visto quase imediatamente depois que
acabou, no início da década de 70. A última parte do século foi
uma nova era de decomposição, incerteza e crise — e, com efeito,
para grandes áreas do mundo, como a África, a ex-URSS e as partes
anteriormente socialistas da Europa, de catástrofe. À medida que a
década de 80 dava lugar à de 90, o estado de espírito dos que
refletiam sobre o passado e o futuro do século era de crescente
melancolia f in-de-siècle. Visto do privilegiado ponto de vista da
década de 90, o Breve Século XX passou por uma curta era de
ouro, entre uma crise e outra, e entrou em futuro desconhecido e
problemático, mas não necessariamente apocalíptico.
Eric Hobsbawm. Era dos extremos – O breve século XX (1914–1991).
São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 15–6 (com adaptações).
Em 1944, representantes de 44 países — entre os quais o
Brasil — reuniram-se em Bret t on Woods com o objetivo de
criar mecanismo s q u e livrassem o mundo de crises globais,
a exemplo da decorrente da Primeira Guerra e, em especial,
da Grande Depressão dos anos 30.
A estrutura do Breve Século XX parece uma espécie de
tríptico ou sanduíche histórico. A uma era de catástrofe, que se
estendeu de 1914 até depois da Segunda Guerra Mundial,
seguiram-se cerca de 25 ou 30 anos de extraordinário crescimento
econômico e de transformação social, anos que provavelmente
mudaram de maneira mais profunda a sociedade humana que
qualquer out ro período de brevidade comparável.
Retrospectivamente, podemos ver esse período como uma espécie
de era de ouro, e assim ele foi visto quase imediatamente depois que
acabou, no início da década de 70. A última parte do século foi
uma nova era de decomposição, incerteza e crise — e, com efeito,
para grandes áreas do mundo, como a África, a ex-URSS e as partes
anteriormente socialistas da Europa, de catástrofe. À medida que a
década de 80 dava lugar à de 90, o estado de espírito dos que
refletiam sobre o passado e o futuro do século era de crescente
melancolia f in-de-siècle. Visto do privilegiado ponto de vista da
década de 90, o Breve Século XX passou por uma curta era de
ouro, entre uma crise e outra, e entrou em futuro desconhecido e
problemático, mas não necessariamente apocalíptico.
Eric Hobsbawm. Era dos extremos – O breve século XX (1914–1991).
São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 15–6 (com adaptações).
No pós-Segunda Guer ra e ao longo dos anos 50 do
século XX, coincidindo com a “ era de ouro” mencionada no
texto, o sistema de Bretton Woods funcionou sem mai o res
atropelos. Contudo, na d écada de 60, ele começou a ser
fortemente pressionado em função, sobretudo, do déficit em
conta-corrente que o s E UA passaram a registrar, processo
acelerado em larga medida pelas d espesas com a guerra no
Vietnã.