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1 Q89453
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2025 Banca: CEBRASPE / CESPE
Estruturas sociais e políticas criadas no período colonial e mantidas em grande parte pelo regime monárquico não foram combatidas pela elite oligárquica republicana que ajudou a derrubar a Monarquia, pois, em grande parte, ela mesma se beneficiava dessas estruturas arcaicas.
Marcos Napolitano. História do Brasil República: da queda da Monarquia ao fim do Estado Novo. São Paulo: Contexto, 2017, p.8 (com adaptações).

Tendo o fragmento de texto acima como referência inicial, julgue os itens subsequentes, acerca do processo histórico brasileiro relativo à colonização, ao Império e à República.

No campo da política externa após a instauração da República, a diplomacia brasileira rompeu com a tradição de desempenhar papel decisivo na evolução histórica do país, abstendo-se de atuar em momentos importantes como os que marcaram a inserção comercial do país no mundo, os fluxos migratórios, a definição de fronteiras e a consequente consolidação da unidade territorial do país, o que só foi retomado com o protagonismo do Brasil em questões internacionais no início do século XXI.
2 Q89454
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2025 Banca: CEBRASPE / CESPE
Estruturas sociais e políticas criadas no período colonial e mantidas em grande parte pelo regime monárquico não foram combatidas pela elite oligárquica republicana que ajudou a derrubar a Monarquia, pois, em grande parte, ela mesma se beneficiava dessas estruturas arcaicas.
Marcos Napolitano. História do Brasil República: da queda da Monarquia ao fim do Estado Novo. São Paulo: Contexto, 2017, p.8 (com adaptações).

Tendo o fragmento de texto acima como referência inicial, julgue os itens subsequentes, acerca do processo histórico brasileiro relativo à colonização, ao Império e à República.

No início do século XX, sob a liderança do Barão de Rio Branco, foram concluídas negociações com a Bolívia que resultaram na anexação do território acreano ao Brasil, tendo o processo incluído o pagamento de uma indenização e a construção da ferrovia Madeira-Mamoré.
3 Q85026
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2024 Banca: CEBRASPE / CESPE
Acerca do período da Primeira República no Brasil, julgue (C ou E) o item a seguir.

No âmbito econômico-financeiro, houve nesse período uma mudança significativa nas relações internacionais do Brasil, o que pode ser ilustrado pelo fato de o valor das importações provenientes dos Estados Unidos da América ter ultrapassado o das importações advindas da Grã-Bretanha.
4 Q85037
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2024 Banca: CEBRASPE / CESPE
Em relação às duas primeiras décadas do século XX, bem como ao processo que levou Getúlio Vargas à Presidência do Brasil em 1930, julgue (C ou E).

Inicialmente em posição neutra, o Brasil, em 1917, declarou estado de guerra contra o Império Alemão, chegando, em seguida, a enviar combatentes para lutar ao lado dos Aliados no front da Primeira Guerra Mundial.
5 Q85287
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2023 Banca: IADES
O barão do Rio Branco não veio para o Ministério
como um ministro qualquer. Era já respeitado e admirado por
suas duas vitórias arbitrais. E fora convidado pelo presidente
eleito, Rodrigues Alves, por ter autoridade para propor aos
problemas externos as melhores soluções. Especificamente −
pensava o presidente − para resolver a grande questão do
momento, o Acre. E aí, acertou em cheio o presidente,
fazendo justiça à fama que tinha de escolher bem seus
colaboradores: o historiador, o advogado do Brasil
transformou-se em um estadista já nesse seu primeiro
assunto, a mais grave questão de fronteira que o Brasil teve
em sua história.
GOES FILHO, Synesio Sampaio. Navegantes, bandeirantes e diplomatas.
Brasília: FUNAG, 2015, p. 328, com adaptações.

Considerando o texto precedente como referência inicial,
julgue (C ou E) o item a seguir.

Ao assumir a pasta das Relações Exteriores em
dezembro de 1902, a situação estava em seu ponto
crítico. No atual estado do Acre, viviam milhares de
brasileiros, em sua maioria nordestinos, que, pela
segunda vez em um lustro, haviam-se levantado com
armas contra a Bolívia, a quem pertencia toda a área, não
por velhos e imprecisos tratados coloniais, mas, sim, por
um acordo bilateral de limites, relativamente recente,
de 1867.
6 Q85288
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2023 Banca: IADES
O barão do Rio Branco não veio para o Ministério
como um ministro qualquer. Era já respeitado e admirado por
suas duas vitórias arbitrais. E fora convidado pelo presidente
eleito, Rodrigues Alves, por ter autoridade para propor aos
problemas externos as melhores soluções. Especificamente −
pensava o presidente − para resolver a grande questão do
momento, o Acre. E aí, acertou em cheio o presidente,
fazendo justiça à fama que tinha de escolher bem seus
colaboradores: o historiador, o advogado do Brasil
transformou-se em um estadista já nesse seu primeiro
assunto, a mais grave questão de fronteira que o Brasil teve
em sua história.
GOES FILHO, Synesio Sampaio. Navegantes, bandeirantes e diplomatas.
Brasília: FUNAG, 2015, p. 328, com adaptações.

Considerando o texto precedente como referência inicial,
julgue (C ou E) o item a seguir.

Somente depois da assinatura do tratado de 1867 é que
os seringueiros brasileiros, sobretudo cearenses que
fugiam das secas do Nordeste, foram entrando nessas
regiões dos afluentes da margem sul do Amazonas, do
Madeira, do Purus e do Juruá, onde se encontravam as
maiores concentrações da Hevea brasiliensis.
7 Q85289
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2023 Banca: IADES
O barão do Rio Branco não veio para o Ministério
como um ministro qualquer. Era já respeitado e admirado por
suas duas vitórias arbitrais. E fora convidado pelo presidente
eleito, Rodrigues Alves, por ter autoridade para propor aos
problemas externos as melhores soluções. Especificamente −
pensava o presidente − para resolver a grande questão do
momento, o Acre. E aí, acertou em cheio o presidente,
fazendo justiça à fama que tinha de escolher bem seus
colaboradores: o historiador, o advogado do Brasil
transformou-se em um estadista já nesse seu primeiro
assunto, a mais grave questão de fronteira que o Brasil teve
em sua história.
GOES FILHO, Synesio Sampaio. Navegantes, bandeirantes e diplomatas.
Brasília: FUNAG, 2015, p. 328, com adaptações.

Considerando o texto precedente como referência inicial,
julgue (C ou E) o item a seguir.

Vendo as dificuldades que tinha para administrar um
território longínquo e habitado por outros nacionais, a
Bolívia havia assumido, em 1901, um grande risco.
Assinara um acordo com investidores ingleses e
norte-americanos, que dava à empresa criada por estes, o
Bolivian Syndicate of New York City, a completa
administração do Acre, inclusive com poderes de polícia.
Era uma espécie de chartered company, uma daquelas
sociedades privadas cujas atuações precederam à
colonização direta de algumas regiões africanas e
asiáticas pelas potências europeias. O perigo de um
neocolonialismo nas Américas era evidente, e esse fato
foi usado por Rio Branco para fortalecer a posição
brasileira para com os governos e a opinião pública dos
demais países do continente.
8 Q85290
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2023 Banca: IADES
O barão do Rio Branco não veio para o Ministério
como um ministro qualquer. Era já respeitado e admirado por
suas duas vitórias arbitrais. E fora convidado pelo presidente
eleito, Rodrigues Alves, por ter autoridade para propor aos
problemas externos as melhores soluções. Especificamente −
pensava o presidente − para resolver a grande questão do
momento, o Acre. E aí, acertou em cheio o presidente,
fazendo justiça à fama que tinha de escolher bem seus
colaboradores: o historiador, o advogado do Brasil
transformou-se em um estadista já nesse seu primeiro
assunto, a mais grave questão de fronteira que o Brasil teve
em sua história.
GOES FILHO, Synesio Sampaio. Navegantes, bandeirantes e diplomatas.
Brasília: FUNAG, 2015, p. 328, com adaptações.

Considerando o texto precedente como referência inicial,
julgue (C ou E) o item a seguir.

Em 17 de novembro de 1903, chegou-se ao acordo
chamado Tratado de Petrópolis. O Brasil ficaria com
metade do território do Acre (cerca de 95 mil km²). A
Bolívia, por sua parte, incorporaria uma pequena área
habitada por bolivianos (de 2.300 km²), receberia 2
milhões de libras esterlinas e se beneficiaria de três
pequenos ajustes de fronteiras na região do rio Paraguai.
Além disso, o Brasil se comprometia a construir a
ferrovia Madeira-Mamoré, que criava uma saída
boliviana para o Atlântico.
9 Q85734
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2022 Banca: IADES
A respeito da política externa brasileira na Primeira
República, julgue (C ou E).

Ao longo da chancelaria de José Maria da Silva
Paranhos Júnior, entre 1902 e 1912, a diplomacia
brasileira foi marcada por forte pragmatismo e pela
implantação de uma ativa política externa. Entre seus
objetivos preferenciais, estavam a busca da estabilidade
e do equilíbrio geopolítico no rio da Prata e o
estabelecimento de relações próximas com a potência
em ascensão no período, os Estados Unidos da América
(EUA), já que as principais ameaças externas vinham
dos franceses e dos ingleses na Amazônia.
10 Q85735
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2022 Banca: IADES
A respeito da política externa brasileira na Primeira
República, julgue (C ou E).

Rio Branco negociou o Acre com a Bolívia e com o
Peru, recorrendo ao princípio do utis possidetis, extraído
do direito internacional. O Tratado de Petrópolis, de
1903, assinado pelos três países, resultou no pagamento
de indenização por parte do Brasil e na construção da
ferrovia Madeira-Mamoré. Por outro lado, afastou
completamente a possibilidade de um conflito armado
com o Peru, que não tinha condições econômicas para
explorar, nem interesse geopolítico nos territórios do
Alto Juruá e do Alto Purus.
11 Q85736
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2022 Banca: IADES
A respeito da política externa brasileira na Primeira
República, julgue (C ou E).

As ótimas relações entre Brasil e EUA na Primeira
República, especialmente durante a chancelaria do barão
do Rio Branco, resultaram no apoio de Washington para
a candidatura do Brasil a um assento permanente na
Corte Internacional de Justiça, o que se concretizou na II
Conferência de Paz de 1907, realizada em Haia.
12 Q85737
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2022 Banca: IADES
A respeito da política externa brasileira na Primeira
República, julgue (C ou E).

Para a região platina, o barão do Rio Branco, convicto
monarquista, retomou a política de contenção da
Argentina, aplicada pelo Império do Brasil. Seu objetivo
era recuperar a posição hegemônica do Brasil no Cone
Sul e, para tanto, abandonou a diplomacia baseada na
ideia de “paciência estratégica” para com o vizinho.
13 Q86166
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2020 Banca: IADES
A guerra civil deixou 10 mil vítimas, das quais mais
de mil morreram degoladas. A prática da degola dos
prisioneiros foi utilizada por ambos os lados, e era justificada
pela incapacidade das forças em combate de fazer
prisioneiros, mante^-los encarcerados e alimentá-los, pois as
tropas lutavam em situação de grande penúria. Tambe´
m teria
por objetivo poupar munição. Muitos federalistas –
calcula-se que em torno de 2.500 – emigraram para
Montevide´
u, enquanto outros foram para Buenos Aires.
ABREU, Alzira Alves. Revolução Federalista. In: ABREU, Alzira Alves.
Dicionário histórico-biográfico da Primeira República 1889-1930.
CPDOC, com adaptações.

No que se refere aos levantes ocorridos no governo de
Floriano Peixoto, julgue (C ou E).

Conquanto tenha servido para fins propagandísticos, a
intervenção da Marinha norte-americana em favor de
Floriano Peixoto teve escasso efeito para desarticular a
Revolta da Armada, pois ocorreu no momento em que
as potências europeias já haviam garantido o
cessamento das hostilidades na capital federal,
declarando o Rio de Janeiro “cidade aberta”.
14 Q86168
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2020 Banca: IADES
A guerra civil deixou 10 mil vítimas, das quais mais
de mil morreram degoladas. A prática da degola dos
prisioneiros foi utilizada por ambos os lados, e era justificada
pela incapacidade das forças em combate de fazer
prisioneiros, mante^-los encarcerados e alimentá-los, pois as
tropas lutavam em situação de grande penúria. Tambe´
m teria
por objetivo poupar munição. Muitos federalistas –
calcula-se que em torno de 2.500 – emigraram para
Montevide´
u, enquanto outros foram para Buenos Aires.
ABREU, Alzira Alves. Revolução Federalista. In: ABREU, Alzira Alves.
Dicionário histórico-biográfico da Primeira República 1889-1930.
CPDOC, com adaptações.

No que se refere aos levantes ocorridos no governo de
Floriano Peixoto, julgue (C ou E).

Apesar da conivência de autoridades regionais platinas
e do apoio de movimentos populares, como a União
Cívica Radical, aos insurgentes federalistas, as
tropelias decorrentes da movimentação de
revolucionários na região de fronteira não chegaram a
comprometer a relação entre Rio de Janeiro e
Buenos Aires.
15 Q86169
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2020 Banca: IADES
No que tange às implicações da participação do Brasil na
Primeira Guerra Mundial, julgue (C ou E).

No contexto dos debates entre intelectuais
considerados “aliadófilos”, “neutrófilos” e
“germanófilos”, o ministro das Relações Exteriores
Lauro Müller não tardou em se alinhar à primeira
corrente, com receio de que o fato de descender de
alemães pudesse colocar em suspeição o
comprometimento brasileiro com a causa aliada.
16 Q86170
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2020 Banca: IADES
No que tange às implicações da participação do Brasil na
Primeira Guerra Mundial, julgue (C ou E).

Único país sul-americano a participar da Primeira
Guerra, e alinhado ao lado vencedor, o Brasil pôde
tomar parte nas conferências de paz e na organização
da Sociedade das Nações, integrando seu conselho
como membro eleito.
17 Q86171
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2020 Banca: IADES
No que tange às implicações da participação do Brasil na
Primeira Guerra Mundial, julgue (C ou E).

Ao final do conflito, os valores correspondentes aos
depósitos de café, feitos pelo estado de São Paulo em
bancos alemães como garantia de empréstimos
contraídos na Europa, foram arrolados no rateio total
das reparações de guerra alemãs aos países aliados,
causando prejuízo ao Brasil, que receberia apenas uma
parcela daqueles valores em vista de sua modesta
colaboração no conflito.
18 Q86177
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2020 Banca: IADES
E ha´ muito a fazer ali. E´ preciso aumentar o pessoal,
dar-lhe melhor remunerac¸ao, ter pelo menos um consultor jurídico
e bons diretores de sec¸ao, como tínhamos antigamente (Carvalho
de Morais, Lagos, Pec¸anha, Carneiro Leao e outros), organizar
um gabinete do ministro, restabelecer a Sec¸ao do Arquivo, dando- 
lhe o desenvolvimento necessa´rio, porque esse e´ o arsenal em que
o ministro e os empregados inteligentes e habilitados encontrarão
as armas de discussão e combate. E´ preciso criar uma Biblioteca e
uma Sec¸ão Geográfica na Direc¸ao do Arquivo, como na França,
na Alemanha, na Inglaterra e nos Estados Unidos.
CARTA do Barão do Rio Branco ao senador Frederico de Abranches, de
agosto de 1902. Apud: ARAÚJO, Jorge A. G. (org) Introduc¸a~o às obras do
Barão do Rio Branco. Brasília: Fundac¸ao Alexandre de Gusma ~ o, 2012. 

Considerando o texto apresentado, acerca do pensamento político
do Barão do Rio Branco, julgue (C ou E).

Em textos como Efemérides Brasileiras, Biografias e
Esboço da História do Brasil, nota-se a predileção do
Barão do Rio Branco por tendências historiográficas
então em voga na Alemanha e na Grã-Bretanha, que
sobrevalorizavam narrativas político-militares a
modelos explicativos socioeconômicos.
19 Q86178
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2020 Banca: IADES
E ha´ muito a fazer ali. E´ preciso aumentar o pessoal,
dar-lhe melhor remunerac¸ao, ter pelo menos um consultor jurídico
e bons diretores de sec¸ao, como tínhamos antigamente (Carvalho
de Morais, Lagos, Pec¸anha, Carneiro Leao e outros), organizar
um gabinete do ministro, restabelecer a Sec¸ao do Arquivo, dando- 
lhe o desenvolvimento necessa´rio, porque esse e´ o arsenal em que
o ministro e os empregados inteligentes e habilitados encontrarão
as armas de discussão e combate. E´ preciso criar uma Biblioteca e
uma Sec¸ão Geográfica na Direc¸ao do Arquivo, como na França,
na Alemanha, na Inglaterra e nos Estados Unidos.
CARTA do Barão do Rio Branco ao senador Frederico de Abranches, de
agosto de 1902. Apud: ARAÚJO, Jorge A. G. (org) Introduc¸a~o às obras do
Barão do Rio Branco. Brasília: Fundac¸ao Alexandre de Gusma ~ o, 2012. 

Considerando o texto apresentado, acerca do pensamento político
do Barão do Rio Branco, julgue (C ou E).

Membro fundador da Academia Brasileira de Letras, o
Barão do Rio Branco desenvolveu uma relação de
admiração mútua com Machado de Assis, com quem
compartilhava o desejo de projeção da imagem de um
Brasil letrado e civilizado no exterior.
20 Q86179
HISTÓRIA DO BRASIL
6.5 A política externa.
Ano: 2020 Banca: IADES
E ha´ muito a fazer ali. E´ preciso aumentar o pessoal,
dar-lhe melhor remunerac¸ao, ter pelo menos um consultor jurídico
e bons diretores de sec¸ao, como tínhamos antigamente (Carvalho
de Morais, Lagos, Pec¸anha, Carneiro Leao e outros), organizar
um gabinete do ministro, restabelecer a Sec¸ao do Arquivo, dando- 
lhe o desenvolvimento necessa´rio, porque esse e´ o arsenal em que
o ministro e os empregados inteligentes e habilitados encontrarão
as armas de discussão e combate. E´ preciso criar uma Biblioteca e
uma Sec¸ão Geográfica na Direc¸ao do Arquivo, como na França,
na Alemanha, na Inglaterra e nos Estados Unidos.
CARTA do Barão do Rio Branco ao senador Frederico de Abranches, de
agosto de 1902. Apud: ARAÚJO, Jorge A. G. (org) Introduc¸a~o às obras do
Barão do Rio Branco. Brasília: Fundac¸ao Alexandre de Gusma ~ o, 2012. 

Considerando o texto apresentado, acerca do pensamento político
do Barão do Rio Branco, julgue (C ou E).

Influenciado pelas teses do almirante norte-americano
Alfred T. Mahan e pela vitória marítima do Japão
contra a Rússia, o Barão do Rio Branco foi um dos
autores do Plano de Reorganização Naval, tendo
influído a decisão da Marinha de optar pela aquisição
de encouraçados de menor porte que pudessem operar
com agilidade no Rio da Prata.