Banco de Questões
Foram encontradas 17 questões
seguinte, o general Eurico Gaspar Dutra foi eleito presidente
da República por voto popular. No que se refere a esse assunto,
julgue (C ou E).
As Forças Armadas defenderam, homogeneamente,
a industrialização pesada e a exploração e o beneficiamento
do petróleo, além do ingresso de tecnologia e capitais
estrangeiros para viabilizá-las.
República Liberal (1946-1964) viu o Brasil industrializar-se e
urbanizar-se, conhecendo inédita experiência democrática, com
partidos nacionais, eleições periódicas e ampliação dos mecanismos
de participação política. Todavia, graves foram as crises desse
período, que culminaram no golpe de 1964. No que se refere a esse
período, julgue (C ou E).
Durante o governo de Juscelino Kubitschek, a política de
industrialização nacional incluiu a participação de capitais
estrangeiros.
1945 a 1964.
Com a redução da perseguição e da repressão ao movimento
sindical após o governo Dutra, entre 1951 e 1964, o
sindicalismo brasileiro cresceu em número, tanto de sindicatos
quanto de trabalhadores sindicalizados, e seus principais
instrumentos na luta pela aplicação e ampliação dos direitos
trabalhistas foram as greves e os recursos encaminhados à
justiça do trabalho.
1945 a 1964.
A política econômica do governo Juscelino Kubitschek
priorizou os setores industriais do Plano de Metas e as políticas
cambial e de comércio exterior, consolidando a infraestrutura
energética, de transportes e de insumos básicos no país, o que
resultou em estabilidade financeira, tanto interna quanto
externamente, e manutenção do equilíbrio da balança
comercial brasileira.
O governo JK promoveu ampla atividade do Estado tanto no setor de infraestrutura quanto no que diz respeito ao incentivo direto à industrialização.
Ao manter a Instrução n. 113 da SUMOC, baixada no governo Café Filho, JK fortaleceu as empresas nacionais em
detrimento das estrangeiras.
O caráter nacionalista que caracterizou esse nacionaldesenvolvimentismo resultou no robustecimento do Estadoempresário em detrimento do capital privado.
O Plano de Metas, implementado nesse governo, fortaleceu o capital nacional, por meio de compras públicas, sem deixar de incentivar a entrada de capital estrangeiro no país
passaram a defender projetos de sociedade, de economia, de
organização social e de cultura. Retomar a tradição liberal
interrompida com a Revolução de 1930 ou dar continuidade às
políticas públicas intervencionistas era a discussão que passou a
dominar os debates. Nacionalismo, industrialização com base em
bens de capital, proposta de fortalecimento de um capitalismo
nacional, criação de empresas estatais em setores estratégicos e
valorização do capital humano com redes de proteção social
permitiram que, na década de 50, os próprios comunistas
aderissem às propostas dos trabalhistas.
Outro projeto seduziu as elites empresariais, políticas e
militares, além das classes médias conservadoras. Esse projeto
liberal-conservador tinha na UDN seu principal instrumento
político e caracterizava-se, entre outros aspectos, pelo
antigetulismo, o moralismo e o anticomunismo. Durante toda a
experiência democrática brasileira, entre 1945 e 1964, ambos os
projetos disputaram a preferência do eleitorado. No entanto, três
momentos resultaram em situações de grande conflito: a crise de
agosto de 1954, o golpe preventivo liderado pelo general Lott em
novembro de 1955 e a Campanha da Legalidade de 1961.
Jorge Ferreira. Crises da República: 1954, 1955 e 1961. In: Jorge
Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado (orgs.). O Brasil
Republicano: o tempo da experiência democrática – da
democratização de 1945 ao golpe civil-militar de 1964. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 303-4 (com adaptações).
Considerando o contexto histórico do regime liberal-conservador
brasileiro, vigente entre 1946 e 1964, julgue (C ou E) os itens a
seguir.
Os Anos JK trouxeram, do ponto de vista da
administração pública, a inovação do planejamento,
consubstanciado no Plano de Metas. A repressão
política foi compensada pelas fartas realizações do
período, as quais estimularam a auto-estima nacional, e,
graças à austeridade fiscal e monetária, a inflação
manteve-se em níveis irrisórios.
passaram a defender projetos de sociedade, de economia, de
organização social e de cultura. Retomar a tradição liberal
interrompida com a Revolução de 1930 ou dar continuidade às
políticas públicas intervencionistas era a discussão que passou a
dominar os debates. Nacionalismo, industrialização com base em
bens de capital, proposta de fortalecimento de um capitalismo
nacional, criação de empresas estatais em setores estratégicos e
valorização do capital humano com redes de proteção social
permitiram que, na década de 50, os próprios comunistas
aderissem às propostas dos trabalhistas.
Outro projeto seduziu as elites empresariais, políticas e
militares, além das classes médias conservadoras. Esse projeto
liberal-conservador tinha na UDN seu principal instrumento
político e caracterizava-se, entre outros aspectos, pelo
antigetulismo, o moralismo e o anticomunismo. Durante toda a
experiência democrática brasileira, entre 1945 e 1964, ambos os
projetos disputaram a preferência do eleitorado. No entanto, três
momentos resultaram em situações de grande conflito: a crise de
agosto de 1954, o golpe preventivo liderado pelo general Lott em
novembro de 1955 e a Campanha da Legalidade de 1961.
Jorge Ferreira. Crises da República: 1954, 1955 e 1961. In: Jorge
Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado (orgs.). O Brasil
Republicano: o tempo da experiência democrática – da
democratização de 1945 ao golpe civil-militar de 1964. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 303-4 (com adaptações).
A idéia de modernização no Brasil ganha forte ímpeto durante
o governo JK. Em cada item a seguir, julgue (C ou E) se o item
apresenta uma realização do governo JK.
instalação da indústria automobilística
passaram a defender projetos de sociedade, de economia, de
organização social e de cultura. Retomar a tradição liberal
interrompida com a Revolução de 1930 ou dar continuidade às
políticas públicas intervencionistas era a discussão que passou a
dominar os debates. Nacionalismo, industrialização com base em
bens de capital, proposta de fortalecimento de um capitalismo
nacional, criação de empresas estatais em setores estratégicos e
valorização do capital humano com redes de proteção social
permitiram que, na década de 50, os próprios comunistas
aderissem às propostas dos trabalhistas.
Outro projeto seduziu as elites empresariais, políticas e
militares, além das classes médias conservadoras. Esse projeto
liberal-conservador tinha na UDN seu principal instrumento
político e caracterizava-se, entre outros aspectos, pelo
antigetulismo, o moralismo e o anticomunismo. Durante toda a
experiência democrática brasileira, entre 1945 e 1964, ambos os
projetos disputaram a preferência do eleitorado. No entanto, três
momentos resultaram em situações de grande conflito: a crise de
agosto de 1954, o golpe preventivo liderado pelo general Lott em
novembro de 1955 e a Campanha da Legalidade de 1961.
Jorge Ferreira. Crises da República: 1954, 1955 e 1961. In: Jorge
Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado (orgs.). O Brasil
Republicano: o tempo da experiência democrática – da
democratização de 1945 ao golpe civil-militar de 1964. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 303-4 (com adaptações).
A idéia de modernização no Brasil ganha forte ímpeto durante
o governo JK. Em cada item a seguir, julgue (C ou E) se o item
apresenta uma realização do governo JK.
construção da hidrelétrica de Itaipu
passaram a defender projetos de sociedade, de economia, de
organização social e de cultura. Retomar a tradição liberal
interrompida com a Revolução de 1930 ou dar continuidade às
políticas públicas intervencionistas era a discussão que passou a
dominar os debates. Nacionalismo, industrialização com base em
bens de capital, proposta de fortalecimento de um capitalismo
nacional, criação de empresas estatais em setores estratégicos e
valorização do capital humano com redes de proteção social
permitiram que, na década de 50, os próprios comunistas
aderissem às propostas dos trabalhistas.
Outro projeto seduziu as elites empresariais, políticas e
militares, além das classes médias conservadoras. Esse projeto
liberal-conservador tinha na UDN seu principal instrumento
político e caracterizava-se, entre outros aspectos, pelo
antigetulismo, o moralismo e o anticomunismo. Durante toda a
experiência democrática brasileira, entre 1945 e 1964, ambos os
projetos disputaram a preferência do eleitorado. No entanto, três
momentos resultaram em situações de grande conflito: a crise de
agosto de 1954, o golpe preventivo liderado pelo general Lott em
novembro de 1955 e a Campanha da Legalidade de 1961.
Jorge Ferreira. Crises da República: 1954, 1955 e 1961. In: Jorge
Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado (orgs.). O Brasil
Republicano: o tempo da experiência democrática – da
democratização de 1945 ao golpe civil-militar de 1964. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 303-4 (com adaptações).
A idéia de modernização no Brasil ganha forte ímpeto durante
o governo JK. Em cada item a seguir, julgue (C ou E) se o item
apresenta uma realização do governo JK.
instalação da Companhia Siderúrgica Nacional
passaram a defender projetos de sociedade, de economia, de
organização social e de cultura. Retomar a tradição liberal
interrompida com a Revolução de 1930 ou dar continuidade às
políticas públicas intervencionistas era a discussão que passou a
dominar os debates. Nacionalismo, industrialização com base em
bens de capital, proposta de fortalecimento de um capitalismo
nacional, criação de empresas estatais em setores estratégicos e
valorização do capital humano com redes de proteção social
permitiram que, na década de 50, os próprios comunistas
aderissem às propostas dos trabalhistas.
Outro projeto seduziu as elites empresariais, políticas e
militares, além das classes médias conservadoras. Esse projeto
liberal-conservador tinha na UDN seu principal instrumento
político e caracterizava-se, entre outros aspectos, pelo
antigetulismo, o moralismo e o anticomunismo. Durante toda a
experiência democrática brasileira, entre 1945 e 1964, ambos os
projetos disputaram a preferência do eleitorado. No entanto, três
momentos resultaram em situações de grande conflito: a crise de
agosto de 1954, o golpe preventivo liderado pelo general Lott em
novembro de 1955 e a Campanha da Legalidade de 1961.
Jorge Ferreira. Crises da República: 1954, 1955 e 1961. In: Jorge
Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado (orgs.). O Brasil
Republicano: o tempo da experiência democrática – da
democratização de 1945 ao golpe civil-militar de 1964. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 303-4 (com adaptações).
A idéia de modernização no Brasil ganha forte ímpeto durante
o governo JK. Em cada item a seguir, julgue (C ou E) se o item
apresenta uma realização do governo JK.
construção da rodovia Belém-Brasília
Os acontecimentos que convulsionaram o país na
primeira metade dos anos 60 e que culminaram com os
atos de força que depuseram Goulart não podem ser
adequadamente compreendidos sem que se leve em
conta o processo de transformação experimentado pelo
Brasil desde 1930. Com efeito, a Era Vargas
(1930-1945) havia iniciado o esforço de modernização
nacional que, sob a ditadura do Estado Novo (a partir
de 1937), atingira dimensão mais acentuada. Essa
modernização foi bastante impulsionada na segunda
metade da década de 50: era o desenvolvimentismo
dos Anos JK, sintetizado no Plano de Metas e
consagrado pelo lema “50 anos em 5”.
Nessa conjuntura, a Política Externa
Independente refletia um quadro internacional
favorável à obtenção de margens mais amplas de
autonomia por parte das áreas periféricas — com a
consolidação das independências na Ásia, o surto de
descolonização na África e o advento de novas posições
(pan-africanismo, pan-arabismo, neutralismo,
pacifismo) alicerçadas no conceito de Terceiro Mundo
— e, ante a acentuada radicalização interna, passou a
ser alvo da máxima atenção dos grupos em choque.
A. J. Barbosa. Parlamento, política externa e o golpe de 1964. In: E. C. de
R. Martins (Org.). Relações internacionais: visões do Brasil e da
América Latina. Brasília: IBRI, 2003, p. 251 e 254 (com adaptações).
Relativamente ao “esforço de modernização nacional” (R.7-8)
que, conforme o texto VI, a Era Vargas iniciara e os anos
50 impulsionaram, julgue (C ou E) os itens subseqüentes.
Empresas como a Companhia Siderúrgica Nacional e a
Vale do Rio Doce, surgidas na Era Vargas, expressavam
um projeto de desenvolvimento que, ante a carência de
capitais privados nacionais, requeria a forte presença do
Estado como agente econômico.
Os acontecimentos que convulsionaram o país na
primeira metade dos anos 60 e que culminaram com os
atos de força que depuseram Goulart não podem ser
adequadamente compreendidos sem que se leve em
conta o processo de transformação experimentado pelo
Brasil desde 1930. Com efeito, a Era Vargas
(1930-1945) havia iniciado o esforço de modernização
nacional que, sob a ditadura do Estado Novo (a partir
de 1937), atingira dimensão mais acentuada. Essa
modernização foi bastante impulsionada na segunda
metade da década de 50: era o desenvolvimentismo
dos Anos JK, sintetizado no Plano de Metas e
consagrado pelo lema “50 anos em 5”.
Nessa conjuntura, a Política Externa
Independente refletia um quadro internacional
favorável à obtenção de margens mais amplas de
autonomia por parte das áreas periféricas — com a
consolidação das independências na Ásia, o surto de
descolonização na África e o advento de novas posições
(pan-africanismo, pan-arabismo, neutralismo,
pacifismo) alicerçadas no conceito de Terceiro Mundo
— e, ante a acentuada radicalização interna, passou a
ser alvo da máxima atenção dos grupos em choque.
A. J. Barbosa. Parlamento, política externa e o golpe de 1964. In: E. C. de
R. Martins (Org.). Relações internacionais: visões do Brasil e da
América Latina. Brasília: IBRI, 2003, p. 251 e 254 (com adaptações).
Relativamente ao “esforço de modernização nacional” (R.7-8)
que, conforme o texto VI, a Era Vargas iniciara e os anos
50 impulsionaram, julgue (C ou E) os itens subseqüentes.
A criação da PETROBRAS, em 1953, coroou um
processo de ampla mobilização popular, marcado pela
convergência de pontos de vista do poder público, dos
partidos políticos e do conjunto do empresariado
brasileiro.
Os acontecimentos que convulsionaram o país na
primeira metade dos anos 60 e que culminaram com os
atos de força que depuseram Goulart não podem ser
adequadamente compreendidos sem que se leve em
conta o processo de transformação experimentado pelo
Brasil desde 1930. Com efeito, a Era Vargas
(1930-1945) havia iniciado o esforço de modernização
nacional que, sob a ditadura do Estado Novo (a partir
de 1937), atingira dimensão mais acentuada. Essa
modernização foi bastante impulsionada na segunda
metade da década de 50: era o desenvolvimentismo
dos Anos JK, sintetizado no Plano de Metas e
consagrado pelo lema “50 anos em 5”.
Nessa conjuntura, a Política Externa
Independente refletia um quadro internacional
favorável à obtenção de margens mais amplas de
autonomia por parte das áreas periféricas — com a
consolidação das independências na Ásia, o surto de
descolonização na África e o advento de novas posições
(pan-africanismo, pan-arabismo, neutralismo,
pacifismo) alicerçadas no conceito de Terceiro Mundo
— e, ante a acentuada radicalização interna, passou a
ser alvo da máxima atenção dos grupos em choque.
A. J. Barbosa. Parlamento, política externa e o golpe de 1964. In: E. C. de
R. Martins (Org.). Relações internacionais: visões do Brasil e da
América Latina. Brasília: IBRI, 2003, p. 251 e 254 (com adaptações).
Relativamente ao “esforço de modernização nacional” (R.7-8)
que, conforme o texto VI, a Era Vargas iniciara e os anos
50 impulsionaram, julgue (C ou E) os itens subseqüentes.
Os Anos JK inauguraram uma forma inovadora de
administração pública em que grupos executivos, em
ação paralela à dos ministérios e à dos órgãos
administrativos tradicionais, puderam planejar e propor,
com muito mais desenvoltura, ações menos sujeitas às
amarras burocráticas.
Os acontecimentos que convulsionaram o país na
primeira metade dos anos 60 e que culminaram com os
atos de força que depuseram Goulart não podem ser
adequadamente compreendidos sem que se leve em
conta o processo de transformação experimentado pelo
Brasil desde 1930. Com efeito, a Era Vargas
(1930-1945) havia iniciado o esforço de modernização
nacional que, sob a ditadura do Estado Novo (a partir
de 1937), atingira dimensão mais acentuada. Essa
modernização foi bastante impulsionada na segunda
metade da década de 50: era o desenvolvimentismo
dos Anos JK, sintetizado no Plano de Metas e
consagrado pelo lema “50 anos em 5”.
Nessa conjuntura, a Política Externa
Independente refletia um quadro internacional
favorável à obtenção de margens mais amplas de
autonomia por parte das áreas periféricas — com a
consolidação das independências na Ásia, o surto de
descolonização na África e o advento de novas posições
(pan-africanismo, pan-arabismo, neutralismo,
pacifismo) alicerçadas no conceito de Terceiro Mundo
— e, ante a acentuada radicalização interna, passou a
ser alvo da máxima atenção dos grupos em choque.
A. J. Barbosa. Parlamento, política externa e o golpe de 1964. In: E. C. de
R. Martins (Org.). Relações internacionais: visões do Brasil e da
América Latina. Brasília: IBRI, 2003, p. 251 e 254 (com adaptações).
Relativamente ao “esforço de modernização nacional” (R.7-8)
que, conforme o texto VI, a Era Vargas iniciara e os anos
50 impulsionaram, julgue (C ou E) os itens subseqüentes.
O Plano de Metas de JK teve em Brasília, a nova capital
construída em tempo recorde na área central do país,
sua metassíntese, entendida como indutora da
interiorização do desenvolvimento nacional.