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modernização conservadora e ditatorial, impulsionada pelo Estado.
Houve, em grande medida, uma retomada da tradição
nacional-estatista e da noção da importância-chave do Estado como
promotor e regulador da economia, da política e da cultura.
Daniel Aarão Reis. In: História do Brasil Nação. Rio de Janeiro:
Objetiva/MAPFRE, 2014, v. 5 (1964-2010), p. 23-4 (com adaptações).
Considerando o trecho de texto acima e o período histórico nele
referido, julgue (C ou E).
A política econômica do governo de Médici, baseada na firme
condução pelo Estado, provocou um ciclo de grande
crescimento econômico.
No período do denominado milagre econômico brasileiro, em
que o crescimento econômico estava associado aos índices
relativamente baixos de inflação, as elevadas taxas de
crescimento foram possíveis graças à redução de importações
e exportações, ao aumento dos investimentos privados
nacionais e à contenção do crédito público.
taxas relativamente baixas de inflação ficou conhecida como
“milagre brasileiro”, no auge do regime militar, entre 1969 e
1973. A respeito desse tema, julgue C ou E.
O crescimento econômico da época foi acompanhado
por vigorosa política de recomposição dos salários,
decisiva para a ampliação do mercado interno
brasileiro.
taxas relativamente baixas de inflação ficou conhecida como
“milagre brasileiro”, no auge do regime militar, entre 1969 e
1973. A respeito desse tema, julgue C ou E.
Um dos pilares do “milagre” foi a farta contratação
de empréstimos externos, prática igualmente seguida
por outros países em desenvolvimento.
taxas relativamente baixas de inflação ficou conhecida como
“milagre brasileiro”, no auge do regime militar, entre 1969 e
1973. A respeito desse tema, julgue C ou E.
A significativa diminuição do volume do comércio
exterior verificada nos anos do “milagre” foi
compensada pela inédita expansão do consumo
interno.
taxas relativamente baixas de inflação ficou conhecida como
“milagre brasileiro”, no auge do regime militar, entre 1969 e
1973. A respeito desse tema, julgue C ou E.
Os resultados positivos do período deveram-se, em
larga medida, à situação econômica mundial
caracterizada pela ampla disponibilidade de capitais.
Os acontecimentos que convulsionaram o país na
primeira metade dos anos 60 e que culminaram com os
atos de força que depuseram Goulart não podem ser
adequadamente compreendidos sem que se leve em
conta o processo de transformação experimentado pelo
Brasil desde 1930. Com efeito, a Era Vargas
(1930-1945) havia iniciado o esforço de modernização
nacional que, sob a ditadura do Estado Novo (a partir
de 1937), atingira dimensão mais acentuada. Essa
modernização foi bastante impulsionada na segunda
metade da década de 50: era o desenvolvimentismo
dos Anos JK, sintetizado no Plano de Metas e
consagrado pelo lema “50 anos em 5”.
Nessa conjuntura, a Política Externa
Independente refletia um quadro internacional
favorável à obtenção de margens mais amplas de
autonomia por parte das áreas periféricas — com a
consolidação das independências na Ásia, o surto de
descolonização na África e o advento de novas posições
(pan-africanismo, pan-arabismo, neutralismo,
pacifismo) alicerçadas no conceito de Terceiro Mundo
— e, ante a acentuada radicalização interna, passou a
ser alvo da máxima atenção dos grupos em choque.
A. J. Barbosa. Parlamento, política externa e o golpe de 1964. In: E. C. de
R. Martins (Org.). Relações internacionais: visões do Brasil e da
América Latina. Brasília: IBRI, 2003, p. 251 e 254 (com adaptações).
Ao se referir aos “atos de força que depuseram Goulart”, o
texto VI remete ao golpe de Estado que deu início ao regime
militar vigente no país por cerca de duas décadas. Julgue (C ou E)
os itens seguintes, relativos a esse período.
Vencido o primeiro desafio econômico, que era
controlar a espiral inflacionária, o regime militar adotou
uma política de desenvolvimento que, nos primeiros
anos, logrou êxito considerável — eram os tempos do
“milagre econômico”, nos quais o Brasil ostentou
índices de crescimento compatíveis com os obtidos pela
China nos dias de hoje.
Os acontecimentos que convulsionaram o país na
primeira metade dos anos 60 e que culminaram com os
atos de força que depuseram Goulart não podem ser
adequadamente compreendidos sem que se leve em
conta o processo de transformação experimentado pelo
Brasil desde 1930. Com efeito, a Era Vargas
(1930-1945) havia iniciado o esforço de modernização
nacional que, sob a ditadura do Estado Novo (a partir
de 1937), atingira dimensão mais acentuada. Essa
modernização foi bastante impulsionada na segunda
metade da década de 50: era o desenvolvimentismo
dos Anos JK, sintetizado no Plano de Metas e
consagrado pelo lema “50 anos em 5”.
Nessa conjuntura, a Política Externa
Independente refletia um quadro internacional
favorável à obtenção de margens mais amplas de
autonomia por parte das áreas periféricas — com a
consolidação das independências na Ásia, o surto de
descolonização na África e o advento de novas posições
(pan-africanismo, pan-arabismo, neutralismo,
pacifismo) alicerçadas no conceito de Terceiro Mundo
— e, ante a acentuada radicalização interna, passou a
ser alvo da máxima atenção dos grupos em choque.
A. J. Barbosa. Parlamento, política externa e o golpe de 1964. In: E. C. de
R. Martins (Org.). Relações internacionais: visões do Brasil e da
América Latina. Brasília: IBRI, 2003, p. 251 e 254 (com adaptações).
Ao se referir aos “atos de força que depuseram Goulart”, o
texto VI remete ao golpe de Estado que deu início ao regime
militar vigente no país por cerca de duas décadas. Julgue (C ou E)
os itens seguintes, relativos a esse período.
A política econômica conduzida por Delfim Neto
assegurou notável sucesso entre 1969 e 1973,
sustentando-se, internamente, no rígido controle dos
salários e, externamente, na fácil captação de recursos,
os quais preenchiam o vazio da baixa poupança
nacional.
Os acontecimentos que convulsionaram o país na
primeira metade dos anos 60 e que culminaram com os
atos de força que depuseram Goulart não podem ser
adequadamente compreendidos sem que se leve em
conta o processo de transformação experimentado pelo
Brasil desde 1930. Com efeito, a Era Vargas
(1930-1945) havia iniciado o esforço de modernização
nacional que, sob a ditadura do Estado Novo (a partir
de 1937), atingira dimensão mais acentuada. Essa
modernização foi bastante impulsionada na segunda
metade da década de 50: era o desenvolvimentismo
dos Anos JK, sintetizado no Plano de Metas e
consagrado pelo lema “50 anos em 5”.
Nessa conjuntura, a Política Externa
Independente refletia um quadro internacional
favorável à obtenção de margens mais amplas de
autonomia por parte das áreas periféricas — com a
consolidação das independências na Ásia, o surto de
descolonização na África e o advento de novas posições
(pan-africanismo, pan-arabismo, neutralismo,
pacifismo) alicerçadas no conceito de Terceiro Mundo
— e, ante a acentuada radicalização interna, passou a
ser alvo da máxima atenção dos grupos em choque.
A. J. Barbosa. Parlamento, política externa e o golpe de 1964. In: E. C. de
R. Martins (Org.). Relações internacionais: visões do Brasil e da
América Latina. Brasília: IBRI, 2003, p. 251 e 254 (com adaptações).
Ao se referir aos “atos de força que depuseram Goulart”, o
texto VI remete ao golpe de Estado que deu início ao regime
militar vigente no país por cerca de duas décadas. Julgue (C ou E)
os itens seguintes, relativos a esse período.
No conflagrado Oriente Médio, um novo conflito entre
árabes e judeus propiciou o uso político do petróleo. A
histórica majoração dos preços do barril do petróleo,
em 1973, repercutiu imediatamente na economia
mundial e, em países periféricos como o Brasil, cujo
modelo de desenvolvimento em muito dependia do
petróleo importado e de capitais externos, a repercussão
foi ainda mais intensa.
Os acontecimentos que convulsionaram o país na
primeira metade dos anos 60 e que culminaram com os
atos de força que depuseram Goulart não podem ser
adequadamente compreendidos sem que se leve em
conta o processo de transformação experimentado pelo
Brasil desde 1930. Com efeito, a Era Vargas
(1930-1945) havia iniciado o esforço de modernização
nacional que, sob a ditadura do Estado Novo (a partir
de 1937), atingira dimensão mais acentuada. Essa
modernização foi bastante impulsionada na segunda
metade da década de 50: era o desenvolvimentismo
dos Anos JK, sintetizado no Plano de Metas e
consagrado pelo lema “50 anos em 5”.
Nessa conjuntura, a Política Externa
Independente refletia um quadro internacional
favorável à obtenção de margens mais amplas de
autonomia por parte das áreas periféricas — com a
consolidação das independências na Ásia, o surto de
descolonização na África e o advento de novas posições
(pan-africanismo, pan-arabismo, neutralismo,
pacifismo) alicerçadas no conceito de Terceiro Mundo
— e, ante a acentuada radicalização interna, passou a
ser alvo da máxima atenção dos grupos em choque.
A. J. Barbosa. Parlamento, política externa e o golpe de 1964. In: E. C. de
R. Martins (Org.). Relações internacionais: visões do Brasil e da
América Latina. Brasília: IBRI, 2003, p. 251 e 254 (com adaptações).
Ao se referir aos “atos de força que depuseram Goulart”, o
texto VI remete ao golpe de Estado que deu início ao regime
militar vigente no país por cerca de duas décadas. Julgue (C ou E)
os itens seguintes, relativos a esse período.
A última fase do regime militar, correspondente ao
governo do general João Figueiredo, caracterizou-se
pela aguda instabilidade política, muito embora a
inflação estivesse sob controle e os índices de
crescimento econômico fossem bastante expressivos.