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1 Q85046
HISTÓRIA DO BRASIL
9.3 Política externa.
Ano: 2024 Banca: CEBRASPE / CESPE
Considerando o período do Regime Militar no Brasil, julgue
(C ou E).

Denunciado à Comissão de Direitos Humanos da ONU no
relatório da Anistia Internacional de 1972, o Brasil foi
impedido de participar como membro daquela comissão até a
abertura política do país, em meados da década de 80 do
século XX.
2 Q89230
HISTÓRIA DO BRASIL
9.3 Política externa.
Ano: 2024 Banca: CEBRASPE / CESPE ANULADA
Considerando o período do Regime Militar no Brasil, julgue (C ou E).

A tese do pragmatismo responsável da política exterior do Brasil durante o Regime Militar baseava-se na autonomia do Itamaraty frente às questões internas.
3 Q87771
HISTÓRIA DO BRASIL
9.3 Política externa.
Ano: 2015 Banca: CEBRASPE / CESPE
Entre 1967 e 1974, a ditadura consolidou um modelo de
modernização conservadora e ditatorial, impulsionada pelo Estado.
Houve, em grande medida, uma retomada da tradição
nacional-estatista e da noção da importância-chave do Estado como
promotor e regulador da economia, da política e da cultura.
Daniel Aarão Reis. In: História do Brasil Nação. Rio de Janeiro:
Objetiva/MAPFRE, 2014, v. 5 (1964-2010), p. 23-4 (com adaptações).
Considerando o trecho de texto acima e o período histórico nele
referido, julgue (C ou E).

Nesse período, o Brasil teve posturas de subordinação aos
interesses comerciais dos países industrializados, apoiando as
posições desses países nos fóruns internacionais em que se
discutia o comércio internacional.
4 Q88540
HISTÓRIA DO BRASIL
9.3 Política externa.
Ano: 2012 Banca: CEBRASPE / CESPE
De meados da década de 60 até o final da de 70 do século
passado, o Brasil ascendeu rapidamente na escala global de
distribuição de poder econômico relativo, e, com isso, suas
ambições e seu padrão de relacionamento com a economia mundial
mudaram. Essas transformações, que ocorreram de forma mais
complexa durante a presidência de Ernesto Geisel (1974-1979),
inserem-se em um contexto de declínio relativo dos EUA e de
distensão da Guerra Fria, os quais proporcionaram as condições
para a adoção de uma política econômica externa cuja tônica era a
diversificação de parcerias sob o signo da promoção do
desenvolvimento econômico.
Raphael Coutinho da Cunha e Rogério de Souza Farias. As relações econômicas
internacionais do governo Geisel (1974-1979). In: Revista Brasileira de Política
Internacional, Brasília: IBRI, jul.-dez./2011, p. 46 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o
contexto histórico a que ele se reporta, julgue (C ou E).

Aparadas as arestas com alguns importantes e tradicionais
parceiros, como França e Itália, o Brasil assinou, com a
Alemanha, acordo nuclear que previa a implantação de
centrais nucleares, o reprocessamento de combustíveis e
a produção de reatores nucleares, com respectivas
instalações e componentes, mas vetava, em face das
pressões norte-americanas, a prospecção, o tratamento e
o enriquecimento do urânio.
5 Q88541
HISTÓRIA DO BRASIL
9.3 Política externa.
Ano: 2012 Banca: CEBRASPE / CESPE
De meados da década de 60 até o final da de 70 do século
passado, o Brasil ascendeu rapidamente na escala global de
distribuição de poder econômico relativo, e, com isso, suas
ambições e seu padrão de relacionamento com a economia mundial
mudaram. Essas transformações, que ocorreram de forma mais
complexa durante a presidência de Ernesto Geisel (1974-1979),
inserem-se em um contexto de declínio relativo dos EUA e de
distensão da Guerra Fria, os quais proporcionaram as condições
para a adoção de uma política econômica externa cuja tônica era a
diversificação de parcerias sob o signo da promoção do
desenvolvimento econômico.
Raphael Coutinho da Cunha e Rogério de Souza Farias. As relações econômicas
internacionais do governo Geisel (1974-1979). In: Revista Brasileira de Política
Internacional, Brasília: IBRI, jul.-dez./2011, p. 46 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o
contexto histórico a que ele se reporta, julgue (C ou E).

A diplomacia econômica praticada pelo governo Geisel
com a finalidade de promover o desenvolvimento
pretendia reduzir as vulnerabilidades do país aos
contingenciamentos da economia internacional,
orientando-se pela busca de diversificação de parcerias, o
que explica a aproximação do Brasil com a América
Latina, a África e a Europa Oriental, entre outros
parceiros.
6 Q88542
HISTÓRIA DO BRASIL
9.3 Política externa.
Ano: 2012 Banca: CEBRASPE / CESPE
De meados da década de 60 até o final da de 70 do século
passado, o Brasil ascendeu rapidamente na escala global de
distribuição de poder econômico relativo, e, com isso, suas
ambições e seu padrão de relacionamento com a economia mundial
mudaram. Essas transformações, que ocorreram de forma mais
complexa durante a presidência de Ernesto Geisel (1974-1979),
inserem-se em um contexto de declínio relativo dos EUA e de
distensão da Guerra Fria, os quais proporcionaram as condições
para a adoção de uma política econômica externa cuja tônica era a
diversificação de parcerias sob o signo da promoção do
desenvolvimento econômico.
Raphael Coutinho da Cunha e Rogério de Souza Farias. As relações econômicas
internacionais do governo Geisel (1974-1979). In: Revista Brasileira de Política
Internacional, Brasília: IBRI, jul.-dez./2011, p. 46 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o
contexto histórico a que ele se reporta, julgue (C ou E).

Ao longo do regime militar instaurado, no Brasil, em
1964, a política externa brasileira para a África, a partir
do governo Costa e Silva e principalmente do governo
Geisel, subordinou-se aos imperativos econômicos; assim,
a necessidade de abrir novos mercados para produtos
industrializados e de obter fornecimento de petróleo, que
levou o Brasil a reconhecer todas as ex-colônias
portuguesas, superou os interesses estritamente políticos,
assentados no desejo de afastar o país do modelo calcado
na defesa de posições colonialistas.
7 Q90357
HISTÓRIA DO BRASIL
9.3 Política externa.
Ano: 2008 Banca: CEBRASPE / CESPE

Acerca da Política Externa Independente (1961-1964), julgue (C ou E) os itens a seguir.

O regime militar brasileiro (1964 a 1985), aberto ao ocidentalismo e à interdependência econômica, política e de segurança entre as nações à época da Guerra Fria, abandonou definitivamente os princípios da Política Externa Independente.

8 Q88296
HISTÓRIA DO BRASIL
9.3 Política externa.
Ano: 2007 Banca: CEBRASPE / CESPE
Acerca da política exterior do regime militar, nos diferentes
governos do Brasil, julgue (C ou E) os itens a seguir.

No governo Castelo Branco, lançaram-se as bases para
a criação de uma comunidade dos países de língua
portuguesa.
9 Q88298
HISTÓRIA DO BRASIL
9.3 Política externa.
Ano: 2007 Banca: CEBRASPE / CESPE
Acerca da política exterior do regime militar, nos diferentes
governos do Brasil, julgue (C ou E) os itens a seguir.

O governo de Costa e Silva recuperou princípios
básicos da Política Externa Independente.
10 Q88299
HISTÓRIA DO BRASIL
9.3 Política externa.
Ano: 2007 Banca: CEBRASPE / CESPE
Acerca da política exterior do regime militar, nos diferentes
governos do Brasil, julgue (C ou E) os itens a seguir.

O entendimento político entre Brasil e EUA resultou em
importante acordo de cooperação nuclear entre os dois
países à época do governo de Ernesto Geisel.
11 Q88300
HISTÓRIA DO BRASIL
9.3 Política externa.
Ano: 2007 Banca: CEBRASPE / CESPE
Acerca da política exterior do regime militar, nos diferentes
governos do Brasil, julgue (C ou E) os itens a seguir.

O chanceler brasileiro Azeredo da Silveira teve
importante atuação no contencioso brasileiro-argentino
acerca do aproveitamento dos rios da bacia do Prata
para fins energéticos.
12 Q88305
HISTÓRIA DO BRASIL
9.3 Política externa.
Ano: 2007 Banca: CEBRASPE / CESPE
A formação do MERCOSUL se deu em razão de uma tendência
histórica, em que diversos fatores concorreram para estimular a
cooperação entre Brasil e Argentina. Acerca desse processo,
julgue (C ou E) os itens subseqüentes.

O regime militar brasileiro iniciou entendimentos com
o governo argentino no sentido de evitar uma possível
corrida nuclear.
13 Q89336
HISTÓRIA DO BRASIL
9.3 Política externa.
Ano: 2003 Banca: CEBRASPE / CESPE
Com o advento da República, a política externa
brasileira voltou-se para uma deliberada aproximação com
os EUA, país que reconhecera, quase que de imediato, o
novo regime político do Brasil. Isso não significou que
houvessem sido abandonadas as ligações com a Europa,
especialmente com a Grã-Bretanha, marca registrada das
relações exteriores durante o Império. Mas articulavam-se,
com o barão do Rio Branco à frente do ministério, as novas
bases de uma identidade continental, que garantiria um
alinhamento do Brasil com os EUA, mantido, apenas com
pequenas alterações, até o presente.
Maria Lígia Prado. Davi e Golias: as relações entre Brasil e Estados Unidos no século XX.
In: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta: a experiência brasileira (1500–2000)
— a grande transação. São Paulo: SENAC, 2000, p. 326 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando
a inserção internacional do Brasil ao longo do período
republicano, julgue os itens subseqüentes.

Enquanto os primeiros governos do regime militar
instaurado em 1964 faziam nítida opção pelo
alinhamento com Washington, na provável busca de um
relacionamento especial e privilegiado com a grande
potência ocidental, sob Geisel o regime reorienta a ação
diplomática do Brasil. Esgrimindo um pragmatismo
responsável, o Brasil aproxima-se de outros importantes
centros capitalistas — de que decorre, por exemplo, o
acordo nuclear com a Alemanha — e implementa
significativa política para o continente africano — que
teria no rápido reconhecimento de Angola uma de suas
cargas mais simbólicas.