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1 Q85076
HISTÓRIA MUNDIAL
3.2 O Concerto Europeu e sua crise (1815- 1918).
Ano: 2024 Banca: CEBRASPE / CESPE
Em 29 de maio de 1913, estreou, na cidade de Paris, no Théâtre des Champs Élysées, o aguardado espetáculo de balé Le sacre du printemps (A sagração da primavera), que marcou para sempre a vida cultural do século XX, especialmente pela reação do público, que se dividiu, assim que os primeiros compassos foram ouvidos, entre aplausos entusiasmados de aprovação e gritos de protesto.

A respeito do espetáculo mencionado no texto precedente e do contexto político e social da época em questão, julgue (C ou E) o item a seguir.

O interesse de muitos franceses pela cultura russa explica-se, em grande medida, pela aliança franco-russa concluída em 1892 e em vigor a partir de 1893, a qual produziu, especialmente em Paris, celebração da arte e da corte russa; à época, era possível encontrar na cidade, por exemplo, fotos do czar em caixas de fósforos e nos quartos das crianças.
2 Q87081
HISTÓRIA MUNDIAL
3.2 O Concerto Europeu e sua crise (1815- 1918).
Ano: 2017 Banca: CEBRASPE / CESPE
Acerca do Congresso de Viena e das transformações da ordem geopolítica europeia que dele resultaram, julgue (C ou E).

A Suécia passou a controlar a Noruega, como compensação pela perda da Finlândia.
3 Q89980
HISTÓRIA MUNDIAL
3.2 O Concerto Europeu e sua crise (1815- 1918).
Ano: 2015 Banca: CEBRASPE / CESPE ANULADA
O título dado por Henry Kissinger a sua tese de doutoramento — O Mundo Restaurado — desvela a correta dimensão do Congresso de Viena (1815). Aparentemente, vencida estava a etapa histórica representada pela Revolução Francesa e pelo expansionismo napoleônico. Todavia, cinco anos depois, iniciaram-se ondas revolucionárias (1820, 1830, 1848) que convulsionariam a Europa e, em larga medida, a América.
A respeito do Congresso de Viena, julgue (C ou E).

A criação da Santa Aliança estava subordinada a duplo objetivo: manter a ordem na Europa e impedir a independência das colônias.
4 Q90164
HISTÓRIA MUNDIAL
3.2 O Concerto Europeu e sua crise (1815- 1918).
Ano: 2007 Banca: CEBRASPE / CESPE ANULADA
Poucas vezes, a incapacidade dos governos em conter o curso da história foi demonstrada de forma mais decisiva que na geração pós-1815. Evitar uma segunda Revolução Francesa, ou ainda a catástrofe pior de uma revolução européia generalizada tendo como modelo a francesa, foi o objetivo supremo de todas as potências que tinham gasto mais de vinte anos para derrotar a primeira. Houve três ondas revolucionárias principais no mundo ocidental entre 1815 e 1848. A primeira ocorreu em 1820-4. Na Europa, ela ficou limitada principalmente ao Mediterrâneo, com a Espanha, Nápoles e a Grécia como seus epicentros. A Revolução Espanhola reavivou o movimento de libertação na América Latina. A segunda onda revolucionária ocorreu em 1829-34 e afetou toda a Europa a oeste da Rússia e o continente norteamericano, pois a grande época de reformas do presidente Jackson deve ser entendida como parte dela. Ela marca a derrota definitiva dos aristocratas pelo poder burguês na Europa Ocidental. A classe governante dos próximos cinqüenta anos seria a grande burguesia de banqueiros, grandes industriais e, às vezes, altos funcionários civis. Ela determina, também, uma inovação ainda mais radical na política: o aparecimento da classe operária como uma força política autoconsciente e independente na Grã- Bretanha e na França e dos movimentos nacionalistas em grande número de países na Europa. A terceira e maior das ondas revolucionárias foi a de 1848. Nunca houve nada tão próximo da revolução mundial com que sonhavam os insurretos que essa conflagração espontânea e geral. O que, em 1789, fora o levante de uma só nação era, agora, assim parecia, a primavera dos povos de todo um continente.
Eric J. Hobsbawm. A era das revoluções. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981, p. 127-30 (com adaptações).

Tendo o texto como referência inicial e considerando o quadro histórico do século XIX no Ocidente, julgue (C ou E) os itens seguintes.

Apesar das ondas revolucionárias pós-1815, os governos reunidos no Congresso de Viena conseguiram manter o equilíbrio europeu, isto é, evitaram guerras de âmbito continental, como as que se seguiram à Revolução Francesa.