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1 Q89449
HISTÓRIA DO BRASIL
2.4 O Constitucionalismo português e a independência do Brasil.
Ano: 2025 Banca: CEBRASPE / CESPE
Estruturas sociais e políticas criadas no período colonial e mantidas em grande parte pelo regime monárquico não foram combatidas pela elite oligárquica republicana que ajudou a derrubar a Monarquia, pois, em grande parte, ela mesma se beneficiava dessas estruturas arcaicas.
Marcos Napolitano. História do Brasil República: da queda da Monarquia ao fim do Estado Novo. São Paulo: Contexto, 2017, p.8 (com adaptações).

Tendo o fragmento de texto acima como referência inicial, julgue os itens subsequentes, acerca do processo histórico brasileiro relativo à colonização, ao Império e à República.

Algumas das estruturas que sustentaram o projeto de colonização portuguesa do Brasil, a partir da primeira metade do século XVI, não foram rompidas pela Independência, a exemplo da escravidão e da concentração fundiária, do que se pode concluir que o processo de independência não foi revolucionário.
2 Q89247
HISTÓRIA DO BRASIL
2.4 O Constitucionalismo português e a independência do Brasil.
Ano: 2019 Banca: IADES ANULADA
Quanto ao processo de consolidação do Estado brasileiro nas primeiras décadas da Independência, julgue (C ou E).

À luz da necessidade de renovação do Tratado de 1810, que caducava em 1825, o Reino Unido propôs-se a mediar as tratativas para o reconhecimento oficial da Independência do Brasil por Portugal, tendo sido mesmo um inglês o representante de Portugal nas negociações dos respectivos termos finais. Se, para Portugal, a Independência do Brasil foi negociada de uma perspectiva eminentemente política, para a Inglaterra, tratava-se, em larga medida, de uma oportunidade comercial, motivo por que esta impôs o fim do tráfico de escravos como uma das condições para o reconhecimento da Independência brasileira.
3 Q86747
HISTÓRIA DO BRASIL
2.4 O Constitucionalismo português e a independência do Brasil.
Ano: 2018 Banca: CEBRASPE / CESPE
Tendo em vista que o processo de independência do Brasil pode ser
compreendido como parte das profundas mudanças que marcaram
a história ocidental a partir do último quartel do século XVIII,
julgue (C ou E).

O Vintismo pretendia a regeneração e a atualização da tradição
política portuguesa, o que se desdobrava na elaboração de uma
Constituição. Tendo o movimento eclodido em agosto de 1820,
na cidade do Porto, com a rápida adesão de Lisboa, as notícias
chegaram primeiramente às províncias do norte do reino do
Brasil. O Grão-Pará declarou sua adesão a ele em janeiro de
1821, enquanto a Bahia se manifestou favorável a ele em
fevereiro desse mesmo ano.
4 Q87016
HISTÓRIA DO BRASIL
2.4 O Constitucionalismo português e a independência do Brasil.
Ano: 2017 Banca: CEBRASPE / CESPE
O processo de independência do Brasil resultou de um contexto
complexo, determinado por fatores externos e internos. Com
relação a esse assunto, julgue (C ou E).

Fez parte da estratégia política em favor da independência
brasileira o esvaziamento da influência das cortes legislativas
portuguesas, por meio da criação de uma corte similar
no Brasil.
5 Q87750
HISTÓRIA DO BRASIL
2.4 O Constitucionalismo português e a independência do Brasil.
Ano: 2015 Banca: CEBRASPE / CESPE
As circunstâncias históricas europeias de princípios do século XIX
foram responsáveis pela transferência da sede do Estado português
para a colônia brasileira. Essa decisão, tomada para preservar o
trono lusitano em mãos da família Bragança em face da invasão
francesa, foi decisiva para deflagrar o processo que culminaria na
Independência do Brasil. A esse respeito, julgue (C ou E).

A vitória da Revolução Constitucionalista do Porto, em 1820,
teve o efeito de adiar a Independência do Brasil: por ser
liberal, além de eliminar os resquícios de absolutismo em
Portugal, ela ampliou consideravelmente a autonomia da
colônia, atendendo aos interesses dos potentados rurais e dos
comerciantes urbanos.
6 Q88394
HISTÓRIA DO BRASIL
2.4 O Constitucionalismo português e a independência do Brasil.
Ano: 2013 Banca: CEBRASPE / CESPE
Assinale a opção correta a respeito do processo de independência
do Brasil.
A
B
C
D
E
7 Q87577
HISTÓRIA DO BRASIL
2.4 O Constitucionalismo português e a independência do Brasil.
Ano: 2006 Banca: CEBRASPE / CESPE
O Brasil fez-se Império antes de se fazer nação. No contexto internacional da época, nosso processo de independência foi algo aberrante não apenas devido ao regime monárquico que adotou, como não se cansará de frisar a propaganda republicana de finais do Segundo Reinado, mas também devido à forma imperial que tomou o Estado brasileiro numa conjuntura que já se anunciava nitidamente desfavorável às construções imperiais e eminentemente marcada pelo triunfo da idéia nacional na Grécia, depois na Bélgica, na Espanha, que se levantara em 1808 contra o império napoleônico, no próprio Portugal das Cortes de Lisboa, que, no momento azado, não hesitou em sacrificar o Brasil aos seus objetivos estritamente nacionais. Uma das questões curiosamente negligenciadas pela nossa historiografia é precisamente a de se verificar por que o Brasil adquiriu sua independência sob a forma de Império e não de Reino, como seria de se esperar do fato, entre outros, de que, desde 1816, D. João VI o promovera a esta condição.
Evaldo Cabral de Mello. Um imenso Portugal: história e historiografia. São Paulo: Ed. 34, 2002, p. 24 (com adaptações).


Tendo o texto como referência inicial e considerando os
múltiplos aspectos que envolvem o processo de independência do
Brasil, julgue (C ou E) os itens seguintes.

O consenso entre as elites brasileiras acerca do projeto
nacional que presidiria o Estado surgido com a
independência explica a coesão obtida por D. Pedro I
quando da decisão de romper os laços de subordinação
política do Brasil a Portugal.
8 Q87582
HISTÓRIA DO BRASIL
2.4 O Constitucionalismo português e a independência do Brasil.
Ano: 2006 Banca: CEBRASPE / CESPE
O Brasil fez-se Império antes de se fazer nação. No contexto internacional da época, nosso processo de independência foi algo aberrante não apenas devido ao regime monárquico que adotou, como não se cansará de frisar a propaganda republicana de finais do Segundo Reinado, mas também devido à forma imperial que tomou o Estado brasileiro numa conjuntura que já se anunciava nitidamente desfavorável às construções imperiais e eminentemente marcada pelo triunfo da idéia nacional na Grécia, depois na Bélgica, na Espanha, que se levantara em 1808 contra o império napoleônico, no próprio Portugal das Cortes de Lisboa, que, no momento azado, não hesitou em sacrificar o Brasil aos seus objetivos estritamente nacionais. Uma das questões curiosamente negligenciadas pela nossa historiografia é precisamente a de se verificar por que o Brasil adquiriu sua independência sob a forma de Império e não de Reino, como seria de se esperar do fato, entre outros, de que, desde 1816, D. João VI o promovera a esta condição.
Evaldo Cabral de Mello. Um imenso Portugal: história e historiografia. São Paulo: Ed. 34, 2002, p. 24 (com adaptações).


A adoção da forma império no Brasil, em vez de reino,
atendeu aos interesses das grandes potências da época,
neles incluídos os dos Estados Unidos da América
(EUA).