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1 Q90659
HISTÓRIA DO BRASIL
3.2 Quadro político interno.
Ano: 2026 Banca: CEBRASPE / CESPE ANULADA
O Brasil apresenta situações em que a aparente ruptura não interrompe a marcha da continuidade histórica. Da Independência à República, chegando à autodenominada Revolução de 1930, o país viveu sobressaltos institucionais que geralmente tangenciaram as bases estruturais do país, sem rompê-las integralmente. A conciliação quase sempre prevaleceu, mesmo em contextos de elevada tensão.
Considerando essas observações como referência inicial, julgue os itens subsequentes, relativos ao processo histórico brasileiro da Independência ao colapso do Império.

O 7 de abril de 1831 foi interpretado por alguns atores políticos da época como a efetiva Independência do Brasil, uma vez que colocava no trono um rei brasileiro, diferentemente do que ocorrera no 7 de Setembro de 1822, que resultara na coroação de um membro da Corte metropolitana.
2 Q89448
HISTÓRIA DO BRASIL
3.2 Quadro político interno.
Ano: 2025 Banca: CEBRASPE / CESPE
A independência do Brasil, formalizada em 1822, está vinculada aos acontecimentos europeus e brasileiros que compõem a “Era das Revoluções”, entre fins do século XVIII e princípios do século XIX. Da extinção do monopólio comercial metropolitano ao intento recolonizador português, a partir da Revolução do Porto de 1820, os fatos se sucederam de modo a preparar o rompimento dos laços de subordinação do Brasil a Portugal.

Tendo as informações precedentes como referência inicial e considerando os processos históricos de colonização, da Independência e das décadas iniciais do regime imperial brasileiro, julgue os itens que se seguem.

O Primeiro Reinado (1822-1831) foi marcado por desavenças políticas entre D. Pedro I e setores da sociedade brasileira, o que se confirmou pela dissolução da Assembleia Constituinte e outorga da Constituição de 1824, fatos que alimentaram a crescente oposição às atitudes do imperador, consideradas absolutistas.
3 Q90167
HISTÓRIA DO BRASIL
3.2 Quadro político interno.
Ano: 2006 Banca: CEBRASPE / CESPE ANULADA
O Brasil fez-se Império antes de se fazer nação. No contexto internacional da época, nosso processo de independência foi algo aberrante não apenas devido ao regime monárquico que adotou, como não se cansará de frisar a propaganda republicana de finais do Segundo Reinado, mas também devido à forma imperial que tomou o Estado brasileiro numa conjuntura que já se anunciava nitidamente desfavorável às construções imperiais e eminentemente marcada pelo triunfo da idéia nacional na Grécia, depois na Bélgica, na Espanha, que se levantara em 1808 contra o império napoleônico, no próprio Portugal das Cortes de Lisboa, que, no momento azado, não hesitou em sacrificar o Brasil aos seus objetivos estritamente nacionais. Uma das questões curiosamente negligenciadas pela nossa historiografia é precisamente a de se verificar por que o Brasil adquiriu sua independência sob a forma de Império e não de Reino, como seria de se esperar do fato, entre outros, de que, desde 1816, D. João VI o promovera a esta condição.
Evaldo Cabral de Mello. Um imenso Portugal: história e historiografia. São Paulo: Ed. 34, 2002, p. 24 (com adaptações).

O autor do texto Um Imenso Portugal defende a tese de que, no Brasil, o Estado teria precedido a nação. O tema da grandeza geográfica do país está, por sua vez, implícito. Julgue (C ou E) os itens a seguir, considerando a coerência com as idéias expressas no referido texto.

O Império no Brasil resultou, em última instância, da força das oligarquias provinciais.