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A Lei de Terras de 1850 não só criou condições para atrair imigrantes ao país, tendo facilitado a compra de propriedades rurais por estrangeiros, como também estabeleceu um projeto de colonização voltado para os libertos no intuito de diminuir a presença destes nas cidades.
mulheres no Brasil, julgue (C ou E) o item a seguir.
Ao tratar do início do feminismo no Brasil, convém
mencionar Nísia Floresta Brasileira Augusta
(1809-1885), comumente referida como a primeira
feminista brasileira. Ela promoveu debates e
conferências acerca de temas como abolicionismo e
republicanismo na década de 1840. Em 1832, traduziu o
livro A vindication of the rights of woman, escrito pela
inglesa Mary Wollstonecraft, entendido como um
referencial do feminismo moderno, com o título Direitos
das mulheres e injustiças dos homens.
monárquico, mas, uma vez conquistada a independência,
competiram com o imperador pelo controle da nação, cuja
liderança assumiram em 1831, quando levaram d. Pedro I a
abdicar. Nos anos que se seguiram, os grupos no poder
sofreram a oposição de liberais radicais que se insurgiram em
vários pontos do país. Ressentiam-se uns da excessiva
centralização e pleiteavam um regime federativo; outros
propunham a abolição gradual da escravidão, demandavam a
nacionalização do comércio, chegando a sugerir a
expropriação dos latifúndios improdutivos.
COSTA, Emília Viotti da. Da Monarquia à República:
momentos decisivos. 8. ed. São Paulo: Editora da Unesp, 2007.
Considerando o texto como referência inicial, julgue
(C ou E) o item a seguir.
O indianismo romântico, desenvolvido durante o
Segundo Reinado, pautou-se pelo nacionalismo
exacerbado de inspiração local. Sua originalidade
consistia em propor temas para a literatura, dissociados
da sociedade brasileira, porém inspirados na literatura
europeia que os literatos constituíram em referências
políticas. Intérpretes do Brasil em tal perspectiva foram
José de Alencar, autor da consagrada obra O Guarani, e
Gonçalves de Magalhães, escritor que produziu a obra
A confederação dos tamoios.
D. Pedro II em sua fala do trono em 1865, foi elemento fulcral na
formação da sociedade brasileira, julgue (C ou E) o
item, relativo à escravidão no Império brasileiro.
O fortalecimento das ideias racistas foi um dos
desdobramentos da ação da denominada Geração de 1870 e
influenciou a condução dos debates acerca da escravidão em
seus anos finais e, principalmente, sobre a eleição da imigração
europeia como caminho preferencial para a formação da mão
de obra assalariada pós-abolição.
A afirmativa inicial do texto, “O Brasil fez-se Império antes de se fazer nação”, sugere que
a prerrogativa monárquica e a centralização administrativa. A Monarquia
constitucional parlamentarista de quatro poderes se viu reforçada.
Existiam dois grandes partidos monárquicos. O Partido Conservador
consistia na aliança entre a burocracia, o grande comércio e a grande
lavoura de exportação. O Liberal era formado por profissionais liberais
urbanos e por agricultores ligados ao mercado interno e às áreas mais
recentes de colonização. Pelo sistema eleitoral que vigoraria até 1889,
estavam excluídos do direito de voto os escravos, os menores de 25 anos
(com exceções), os criados de servir, os religiosos que vivessem em
comunidade claustral e todo aquele que não percebesse determinada
renda líquida anual. Só podiam ser eleitos parlamentares os cidadãos
brasileiros com renda elevada que professassem a religião do Estado. A
reforma eleitoral de 1881 ampliou a renda exigida para a condição de
eleitor e proibiu o analfabeto de votar.
Em meio a esse sistema político é que seria processada a abolição
da escravidão e decretada a Lei de Terras (1850). A apreensão do
processo de abolição da escravidão envolve diversos níveis de análise,
um dos quais diz respeito às dimensões macro-históricas e mundiais do
processo. É nesse contexto que se entendem as pressões inglesas para a
suspensão do tráfico atlântico para o Brasil. Contudo, não se pode
esquecer que a sociedade brasileira não se resume e nem se esgota nas
suas relações externas: ela possui também as suas estruturas internas, com
lógica própria.
João Luís Fragoso e Francisco Carlos Teixeira da Silva. A política no Império e no início
da República Velha: dos barões aos coronéis. In: Maria Yedda Linhares (org.). História
Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 199-204 (com adaptações).
Mencionada no texto, a Lei de Terras de 1850 também se relaciona à
forma pela qual o processo abolicionista foi conduzido no Brasil do
século XIX. Sabendo-se que essa lei obrigava o registro de todas as
terras efetivamente ocupadas e impedia a aquisição de terras devolutas
(desocupadas), exceto a realizada por compra, julgue (C ou E) os itens
seguintes.
A Lei de Terras dificultava, quando não impedia propriamente,
o acesso à propriedade da terra por parte do trabalhador livre
pela evidente razão de que lhe faltavam os recursos financeiros
para comprá-la.
a prerrogativa monárquica e a centralização administrativa. A Monarquia
constitucional parlamentarista de quatro poderes se viu reforçada.
Existiam dois grandes partidos monárquicos. O Partido Conservador
consistia na aliança entre a burocracia, o grande comércio e a grande
lavoura de exportação. O Liberal era formado por profissionais liberais
urbanos e por agricultores ligados ao mercado interno e às áreas mais
recentes de colonização. Pelo sistema eleitoral que vigoraria até 1889,
estavam excluídos do direito de voto os escravos, os menores de 25 anos
(com exceções), os criados de servir, os religiosos que vivessem em
comunidade claustral e todo aquele que não percebesse determinada
renda líquida anual. Só podiam ser eleitos parlamentares os cidadãos
brasileiros com renda elevada que professassem a religião do Estado. A
reforma eleitoral de 1881 ampliou a renda exigida para a condição de
eleitor e proibiu o analfabeto de votar.
Em meio a esse sistema político é que seria processada a abolição
da escravidão e decretada a Lei de Terras (1850). A apreensão do
processo de abolição da escravidão envolve diversos níveis de análise,
um dos quais diz respeito às dimensões macro-históricas e mundiais do
processo. É nesse contexto que se entendem as pressões inglesas para a
suspensão do tráfico atlântico para o Brasil. Contudo, não se pode
esquecer que a sociedade brasileira não se resume e nem se esgota nas
suas relações externas: ela possui também as suas estruturas internas, com
lógica própria.
João Luís Fragoso e Francisco Carlos Teixeira da Silva. A política no Império e no início
da República Velha: dos barões aos coronéis. In: Maria Yedda Linhares (org.). História
Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 199-204 (com adaptações).
Mencionada no texto, a Lei de Terras de 1850 também se relaciona à
forma pela qual o processo abolicionista foi conduzido no Brasil do
século XIX. Sabendo-se que essa lei obrigava o registro de todas as
terras efetivamente ocupadas e impedia a aquisição de terras devolutas
(desocupadas), exceto a realizada por compra, julgue (C ou E) os itens
seguintes.
Pelo que dispunha, a Lei de Terras de 1850 cristalizava uma
realidade do início da colonização, ou seja, a concentração da
propriedade fundiária em mãos de poucos.
a prerrogativa monárquica e a centralização administrativa. A Monarquia
constitucional parlamentarista de quatro poderes se viu reforçada.
Existiam dois grandes partidos monárquicos. O Partido Conservador
consistia na aliança entre a burocracia, o grande comércio e a grande
lavoura de exportação. O Liberal era formado por profissionais liberais
urbanos e por agricultores ligados ao mercado interno e às áreas mais
recentes de colonização. Pelo sistema eleitoral que vigoraria até 1889,
estavam excluídos do direito de voto os escravos, os menores de 25 anos
(com exceções), os criados de servir, os religiosos que vivessem em
comunidade claustral e todo aquele que não percebesse determinada
renda líquida anual. Só podiam ser eleitos parlamentares os cidadãos
brasileiros com renda elevada que professassem a religião do Estado. A
reforma eleitoral de 1881 ampliou a renda exigida para a condição de
eleitor e proibiu o analfabeto de votar.
Em meio a esse sistema político é que seria processada a abolição
da escravidão e decretada a Lei de Terras (1850). A apreensão do
processo de abolição da escravidão envolve diversos níveis de análise,
um dos quais diz respeito às dimensões macro-históricas e mundiais do
processo. É nesse contexto que se entendem as pressões inglesas para a
suspensão do tráfico atlântico para o Brasil. Contudo, não se pode
esquecer que a sociedade brasileira não se resume e nem se esgota nas
suas relações externas: ela possui também as suas estruturas internas, com
lógica própria.
João Luís Fragoso e Francisco Carlos Teixeira da Silva. A política no Império e no início
da República Velha: dos barões aos coronéis. In: Maria Yedda Linhares (org.). História
Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 199-204 (com adaptações).
Mencionada no texto, a Lei de Terras de 1850 também se relaciona à
forma pela qual o processo abolicionista foi conduzido no Brasil do
século XIX. Sabendo-se que essa lei obrigava o registro de todas as
terras efetivamente ocupadas e impedia a aquisição de terras devolutas
(desocupadas), exceto a realizada por compra, julgue (C ou E) os itens
seguintes.
Se prejudicava o trabalhador livre pobre, dificultando-lhe o
acesso à terra, assim como o ex-cativo, a Lei de Terras
apresentava-se como forte atrativo à mão-de-obra imigrante
européia, que, ao contrário dos nacionais, geralmente possuía
recursos suficientes para a aquisição de pequenas e médias
propriedades rurais.
a prerrogativa monárquica e a centralização administrativa. A Monarquia
constitucional parlamentarista de quatro poderes se viu reforçada.
Existiam dois grandes partidos monárquicos. O Partido Conservador
consistia na aliança entre a burocracia, o grande comércio e a grande
lavoura de exportação. O Liberal era formado por profissionais liberais
urbanos e por agricultores ligados ao mercado interno e às áreas mais
recentes de colonização. Pelo sistema eleitoral que vigoraria até 1889,
estavam excluídos do direito de voto os escravos, os menores de 25 anos
(com exceções), os criados de servir, os religiosos que vivessem em
comunidade claustral e todo aquele que não percebesse determinada
renda líquida anual. Só podiam ser eleitos parlamentares os cidadãos
brasileiros com renda elevada que professassem a religião do Estado. A
reforma eleitoral de 1881 ampliou a renda exigida para a condição de
eleitor e proibiu o analfabeto de votar.
Em meio a esse sistema político é que seria processada a abolição
da escravidão e decretada a Lei de Terras (1850). A apreensão do
processo de abolição da escravidão envolve diversos níveis de análise,
um dos quais diz respeito às dimensões macro-históricas e mundiais do
processo. É nesse contexto que se entendem as pressões inglesas para a
suspensão do tráfico atlântico para o Brasil. Contudo, não se pode
esquecer que a sociedade brasileira não se resume e nem se esgota nas
suas relações externas: ela possui também as suas estruturas internas, com
lógica própria.
João Luís Fragoso e Francisco Carlos Teixeira da Silva. A política no Império e no início
da República Velha: dos barões aos coronéis. In: Maria Yedda Linhares (org.). História
Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 199-204 (com adaptações).
Mencionada no texto, a Lei de Terras de 1850 também se relaciona à
forma pela qual o processo abolicionista foi conduzido no Brasil do
século XIX. Sabendo-se que essa lei obrigava o registro de todas as
terras efetivamente ocupadas e impedia a aquisição de terras devolutas
(desocupadas), exceto a realizada por compra, julgue (C ou E) os itens
seguintes.
A Lei de Terras foi combatida por setores da aristocracia rural
justamente porque ameaçava a sobrevivência da grande lavoura
e a posição privilegiada dos grupos sociais envolvidos nessa
atividade econômica.

Tendo o texto II como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos marcantes da colonização brasileira, julgue (C ou E) os itens a seguir.
A Lei de Terras, promulgada no Brasil em 1850, tinha como similar, nos Estados Unidos da América (EUA), o Homestead Act, que democratizou o acesso à terra naquele país.
É na visão retrospectiva que se descobrem as características (boas ou más) da cultura nacional, cuja originalidade não precisa ser proposta nem defendida, mas pode ser constatada e criticada. A liberdade de criação será maior se o artista, o escritor ou o pensador, como Machado de Assis e Clarice Lispector, não tiverem de criar uma arte, uma literatura ou um pensamento supostamente nacionais. Uma tal perspectiva não significa abdicar do nacional em detrimento do universal, do local em detrimento do global, pois, se o universalismo pode ser visto como uma invenção eurocêntrica, a universalidade não tem centro. Embora desigual e assimet ricamente, valores, idéias, expressões cultu rais e costumes — nacionais e locais — migram, f arão isso mais freqüentemente com a maior facilidade das comunicações e sempre terão o potencial de universalizar-se. As obras de Machado e Clarice, sem deixar de ser brasileiras, são um claro exemplo dessa possibilidade de universalização.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os múltiplos aspectos da cultura, julgue o item seguinte.
A obra de Machado de Assis, que o texto reconhece ser brasileira sem perder a possibilidade da universalização, além de marco na literatura brasileira, não perde sua atualidade ante a passagem do tempo. Livros como Memórias Póstumas de Brás Cubas e Dom Casmurro sintetizam a magnitude de uma obra que ocupa posição central na tradição brasileira de literatura urbana.