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itens que se seguem.
No contexto das relações conflituosas entre Israel e Palestina, o Brasil tem compromisso com uma solução de dois Estados: um Estado da Palestina independente e viável, convivendo lado a lado com Israel, em paz e segurança dentro das fronteiras de 1967.
Organização das Nações Unidas (ONU), a presidenta Dilma Rousseff
afirmou: “apenas uma Palestina livre e soberana poderá atender aos
legítimos anseios de Israel por paz com seus vizinhos, segurança em
suas fronteiras e estabilidade política em seu entorno regional”. Tendo
esse fragmento de texto como referência inicial, julgue (C ou E) o
item a respeito da questão árabe-israelense.
O Brasil reconheceu o Estado da Palestina nas fronteiras de
1967 e foi seguido por vários países sul-americanos.
Organização das Nações Unidas (ONU), a presidenta Dilma Rousseff
afirmou: “apenas uma Palestina livre e soberana poderá atender aos
legítimos anseios de Israel por paz com seus vizinhos, segurança em
suas fronteiras e estabilidade política em seu entorno regional”. Tendo
esse fragmento de texto como referência inicial, julgue (C ou E) o
item a respeito da questão árabe-israelense.
Os Acordos de Oslo criaram uma Autoridade Palestina, mas não alteraram o status de Jerusalém.
Organização das Nações Unidas (ONU), a presidenta Dilma Rousseff
afirmou: “apenas uma Palestina livre e soberana poderá atender aos
legítimos anseios de Israel por paz com seus vizinhos, segurança em
suas fronteiras e estabilidade política em seu entorno regional”. Tendo
esse fragmento de texto como referência inicial, julgue (C ou E) o
item a respeito da questão árabe-israelense.
Após o presidente dos Estados Unidos da América, Donald
Trump, anunciar a mudança da embaixada norte-americana
para Jerusalém, a Assembleia-Geral da ONU aprovou uma
resolução segundo a qual “quaisquer decisões e ações que
pretendam alterar o caráter, o status ou a composição
demográfica da Cidade Santa de Jerusalém não têm efeito
legal”.
Organização das Nações Unidas (ONU), a presidenta Dilma Rousseff
afirmou: “apenas uma Palestina livre e soberana poderá atender aos
legítimos anseios de Israel por paz com seus vizinhos, segurança em
suas fronteiras e estabilidade política em seu entorno regional”. Tendo
esse fragmento de texto como referência inicial, julgue (C ou E) o
item a respeito da questão árabe-israelense.
O brasileiro Osvaldo Aranha foi o presidente da
Assembleia-Geral da ONU em 1947, que aprovou a resolução
sobre o Plano de Partição da Palestina, com a chamada
“solução de dois Estados”.
Oriente Médio contemporâneo, julgue (C ou E).
A questão palestina e a relação de forças entre os atores em
conflito nessa região não foram significativamente afetadas
pelas transformações decorrentes da Primavera Árabe.
(C ou E).
O grupo islâmico Hamas tem contabilizado sucessivas vitórias
nas eleições legislativas ocorridas na Faixa de Gaza, que são
realizadas regularmente desde 2006, para mandatos de quatro
anos.
no Iraque e das suas implicações para a política externa brasileira,
julgue (C ou E).
O Brasil defende como solução para a questão palestina o
reconhecimento de dois Estados, consideradas as fronteiras de
1967, por ser a única capaz de atender aos anseios dos povos
da região e de promover a paz duradoura no Oriente Médio.
novembro de 2007, articulada pelo governo norte-americano,
pretendeu-se promover a retomada das negociações de paz entre
Israel e a Autoridade Palestina, paralisadas durante sete anos.
Considerando a questão palestina e a atual conjuntura no Oriente
Médio, julgue (C ou E) os itens a seguir.
A união dos palestinos em torno do Hamas, facção
política radical e hostil a Israel, no comando da
Autoridade Palestina desde janeiro de 2006, teve como
conseqüência a radicalização por parte do governo
israelense, por meio de ataques preventivos e de
medidas restritivas à movimentação de pessoas na Faixa
de Gaza.
novembro de 2007, articulada pelo governo norte-americano,
pretendeu-se promover a retomada das negociações de paz entre
Israel e a Autoridade Palestina, paralisadas durante sete anos.
Considerando a questão palestina e a atual conjuntura no Oriente
Médio, julgue (C ou E) os itens a seguir.
As principais questões em torno das quais há
divergências entre israelenses e palestinos e que se
mantêm na agenda das negociações de paz são a forma
de um futuro Estado palestino, a divisão de Jerusalém e
o destino dos refugiados palestinos exilados.
novembro de 2007, articulada pelo governo norte-americano,
pretendeu-se promover a retomada das negociações de paz entre
Israel e a Autoridade Palestina, paralisadas durante sete anos.
Considerando a questão palestina e a atual conjuntura no Oriente
Médio, julgue (C ou E) os itens a seguir.
O decidido alinhamento e o apoio dos Estados Unidos
da América a Israel impedem aquela potência de atuar
como articuladora junto à Autoridade Palestina e a
alguns países árabes, como Síria e Líbano, razão pela
qual o governo norte-americano tem procurado o
engajamento, nas negociações, de outros atores que
considera politicamente influentes na região.
novembro de 2007, articulada pelo governo norte-americano,
pretendeu-se promover a retomada das negociações de paz entre
Israel e a Autoridade Palestina, paralisadas durante sete anos.
Considerando a questão palestina e a atual conjuntura no Oriente
Médio, julgue (C ou E) os itens a seguir.
Os ataques israelenses no sul do Líbano em 2006 e o
recente fechamento das fronteiras na Faixa de Gaza,
apesar de provocarem vivas reações da opinião pública
internacional, não foram objeto de manifestações
formais das Nações Unidas.
permanente de tensão e de conflitos, cujas repercussões não ficam
restritas à região. No que concerne a esse quadro, que o início do
século XXI não altera em relação ao que o antecedeu, julgue
(C ou E) os itens seguintes.
Apesar do apoio do conjunto dos Estados árabes à decisão
da ONU (1947) de encerrar o mandato britânico na
Palestina e promover a partilha do território em dois
Estados, apenas o de Israel materializou-se, razão pela
qual não se dissipa a instabilidade na região.
A estrutura do Breve Século XX parece uma espécie de
tríptico ou sanduíche histórico. A uma era de catástrofe, que se
estendeu de 1914 até depois da Segunda Guerra Mundial,
seguiram-se cerca de 25 ou 30 anos de extraordinário crescimento
econômico e de transformação social, anos que provavelmente
mudaram de maneira mais profunda a sociedade humana que
qualquer out ro período de brevidade comparável.
Retrospectivamente, podemos ver esse período como uma espécie
de era de ouro, e assim ele foi visto quase imediatamente depois que
acabou, no início da década de 70. A última parte do século foi
uma nova era de decomposição, incerteza e crise — e, com efeito,
para grandes áreas do mundo, como a África, a ex-URSS e as partes
anteriormente socialistas da Europa, de catástrofe. À medida que a
década de 80 dava lugar à de 90, o estado de espírito dos que
refletiam sobre o passado e o futuro do século era de crescente
melancolia f in-de-siècle. Visto do privilegiado ponto de vista da
década de 90, o Breve Século XX passou por uma curta era de
ouro, entre uma crise e outra, e entrou em futuro desconhecido e
problemático, mas não necessariamente apocalíptico.
Eric Hobsbawm. Era dos extremos – O breve século XX (1914–1991).
São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 15–6 (com adaptações).
Em 1973, a guerra entre árabes e judeus é um dos símbolos
do fim da “ era d e o uro”. Sofrendo os efeitos da
desvalorização do dólar decidid a em 1971 (governo Nixon)
e ante o apoio norte-american o a I s r ael, os países árabes
quintuplicam o preço do barril de petróleo, o que gera efeitos
devastadores nas economias ocidentais.