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1 Q87434
LÍNGUA PORTUGUESA
Morfologia.
Ano: 2015 Banca: CEBRASPE / CESPE

Julgue (C ou E) o item seguinte, relativos ao poema de Manoel de Barros.

As palavras “inconexo” (v.1) e “absurda” (v.3) foram formadas pelo mesmo processo de derivação, que resulta em mudança de categoria gramatical de um vocábulo, sem que haja alteração morfológica.
2 Q87900
LÍNGUA PORTUGUESA
Morfologia.
Ano: 2014 Banca: CEBRASPE / CESPE


Em relação ao poema acima, julgue (C ou E).

No verso “num Antônio antônimo de mim” (v.16), o poeta explora o fato de que tanto “Antônio” quanto “antônimo” compartilham a mesma raiz etimológica, que indica oposição, como em antissemita e antialérgico.
3 Q88807
LÍNGUA PORTUGUESA
Morfologia.
Ano: 2010 Banca: CEBRASPE / CESPE


Acerca de aspectos morfológicos e semânticos de vocábulos do
texto V, julgue C ou E.

Os vocábulos “instabilidade” (R.3), “imperfeita” (R.4),
“inçados” (R.10) e “impõe” (R.20) são formados por
prefixo cujo valor semântico denota privação ou
negação.
4 Q88808
LÍNGUA PORTUGUESA
Morfologia.
Ano: 2010 Banca: CEBRASPE / CESPE



Acerca de aspectos morfológicos e semânticos de vocábulos do
texto V, julgue C ou E.

O vocábulo “inaturável” (R.15) é formado por
derivação e tem o mesmo radical do vocábulo
desnaturado.
5 Q88809
LÍNGUA PORTUGUESA
Morfologia.
Ano: 2010 Banca: CEBRASPE / CESPE


Acerca de aspectos morfológicos e semânticos de vocábulos do
texto V, julgue C ou E.

Denomina-se prefixação o processo de formação dos
seguintes vocábulos: “anomalia” (R.7), “alacridade”
(R.33) e “arrebataram” (R.34).
6 Q88810
LÍNGUA PORTUGUESA
Morfologia.
Ano: 2010 Banca: CEBRASPE / CESPE


Acerca de aspectos morfológicos e semânticos de vocábulos do
texto V, julgue C ou E.

O vocábulo “agravada” (R.28) tem o mesmo radical
que os vocábulos gravidez e gravidade.
7 Q87535
LÍNGUA PORTUGUESA
Morfologia.
Ano: 2006 Banca: CEBRASPE / CESPE


Com base no texto, julgue (C ou E) os seguintes itens.

A forma “sia” (R.19) é redução de sinhá, vocábulo sinônimo de sinhara — proveniente de senhora.
8 Q87586
LÍNGUA PORTUGUESA
Morfologia.
Ano: 2006 Banca: CEBRASPE / CESPE
Situação das Fronteiras quando da Independência
Diante do vai-e-volta das relações luso-hispânicas, o
Brasil independente herdou de Portugal todas as suas questões de
limites; com a agravante de que, enquanto Portugal teve que lidar
apenas com a Espanha e a França, agora era necessário encetar
negociações com a França, a Holanda e a Inglaterra, e com todas
as nações sul-americanas, exceto o Chile, muitas das quais
pretendiam confinar, simultaneamente, com o novo Império, nas
mesmas regiões.
Mauro Pereira de Mello. A questão dos limites entre os estados do
Acre e de Rondônia (aspectos históricos e formação do território).
In: Revista Brasileira de Geografia. Rio de Janeiro: IBGE, (52), n.º 4.

A respeito dos vocábulos empregados no texto, julgue (C ou E)
os próximos itens.

No texto, o vocábulo “agravante” é um termo adjetivo,
marcado pela terminação típica dessa classe de palavras
(-nte).
9 Q87587
LÍNGUA PORTUGUESA
Morfologia.
Ano: 2006 Banca: CEBRASPE / CESPE
Situação das Fronteiras quando da Independência
Diante do vai-e-volta das relações luso-hispânicas, o
Brasil independente herdou de Portugal todas as suas questões de
limites; com a agravante de que, enquanto Portugal teve que lidar
apenas com a Espanha e a França, agora era necessário encetar
negociações com a França, a Holanda e a Inglaterra, e com todas
as nações sul-americanas, exceto o Chile, muitas das quais
pretendiam confinar, simultaneamente, com o novo Império, nas
mesmas regiões.
Mauro Pereira de Mello. A questão dos limites entre os estados do
Acre e de Rondônia (aspectos históricos e formação do território).
In: Revista Brasileira de Geografia. Rio de Janeiro: IBGE, (52), n.º 4.

A respeito dos vocábulos empregados no texto, julgue (C ou E)
os próximos itens.

O verbo confinar tem a mesma significação no texto e
na frase seguinte: De acordo com o mapa da época,
via-se que vários reinos confinavam.
10 Q87596
LÍNGUA PORTUGUESA
Morfologia.
Ano: 2006 Banca: CEBRASPE / CESPE
Religião mestiça
Insulado deste modo no país, que o não conhece, em
luta aberta com o meio, que lhe parece haver estampado na
organização e no temperamento a sua rudeza extraordinária,
nômade ou mal fixo à terra, o sertanejo não tem, por bem
dizer, ainda capacidade orgânica para se afeiçoar a situação
mais alta.
O círculo estreito da atividade remorou-lhe o
aperfeiçoamento psíquico. Está na fase religiosa de um
monoteísmo incompreendido, eivado de misticismo
extravagante, em que se rebate o fetichismo do índio e do
africano. É o homem primitivo, audacioso e forte, mas ao
mesmo tempo crédulo, deixando-se facilmente arrebatar
pelas superstições mais absurdas. Uma análise destas
revelaria a fusão de estádios emocionais distintos.
Euclides da Cunha. O homem/Os sertões. In: Obra
completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1995, p. 197.

Julgue (C ou E) os itens a seguir, relativos a aspectos semânticos
de termos presentes no texto.

Os termos “monoteísmo” (R.9), “misticismo” (R.9) e
“fetichismo” (R.10) constituem exemplos do uso do
sufixo -ismo, que se disseminou para designar
movimentos sociais, ideológicos, políticos, opinativos,
religiosos e personativos.
11 Q85685
LÍNGUA PORTUGUESA
Morfologia.
Ano: 2005 Banca: CEBRASPE / CESPE

circum-lóquio
(pur troppo non allegro)
sobre o neoliberalismo terceiro-mundista
7.
o neoliberal
sonha um admirável
mundo fixo
de argentários e multinacionais
terratenentes terrapotentes
coronéis políticos
milenaristas (cooptados) do
perpétuo
status quo:
um mundo privé
palácio de cristal
à prova de balas:
bunker blau
durando para sempre – festa
estática
(ainda que sustente sobre
fictas
palafitas
e estas sobre uma lata
de lixo)
Haroldo de Campos. Poema inédito.
In: Folha de S. Paulo, 12/6/1998.

Com base na análise do vocabulário da estrofe transcrita no
texto VIII, julgue (C ou E) os itens a seguir.

A composição por justaposição, como processo de
formação de palavras, prevalece no texto, tendo
como exemplos: “neoliberal”, “multinacionais”,
“terratenentes” e “terrapotentes”.

12 Q89257
LÍNGUA PORTUGUESA
Morfologia.
Ano: 2003 Banca: CEBRASPE / CESPE
PODER
Etimologia. Sobre as formas verbais latinas potes, ‘pode’, potui, “pude”, poteì ram, “pudera”, poteì ro, ‘poderei’, potens, potentis, ‘aquele que pode’ etc. (todos do verbo lat. posse, ‘poder, ter o poder de, ser capaz de’), forma-se o infinitivo lat. vulg. poteì re, ‘poder, ter o poder de, ser capaz de’, que conviveu com o lat. cláss. posse até suplantá-lo por volta do séc. VIII d.C. Poteì re é a origem do port. esp. poder, do século XII-XIII, it. potere, fr. pouvoir, ambos do séc. XII, ing. power, de 1297-1325, que já se registram como substantivo nessas datas. O vocábulo al. Macht traduz o port. esp. poder e demais vernacularizações.
Enciclopédia Mirador Internacional. São Paulo - Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica do Brasil. Publicações Ltda. 1977, p. 9.001 (com adaptações).


Julgue os itens subseqüentes, relativos ao sentido e às
estruturas morfossintática, semântica e discursiva do texto I.

O vocábulo alemão “Macht” não tem a mesma origem
do vocábulo português “poder”, mas tem o mesmo
significado.